• Mega vai para R$ 105 mi; aposta de Prudente acerta a quina; Assis, Cândido Mota e região na quadra
  • Sistema com inteligência artificial identifica dor em recém-nascidos internados em UTIs neonatais
  • Há 150 anos, o primeiro telefone iniciava a revolução na comunicação humana
Novidades e destaques Novidades e destaques

Responsabilidade Social • 12:30h • 21 de junho de 2025

Vidraças em prédios representam ameaça às aves nas cidades

No Brasil, foram analisadas 1.452 colisões de aves nas estruturas

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência Brasil | Foto: Arquivo Âncora1

De acordo com a pesquisadora, o estudo poderá subsidiar políticas públicas, normas de construção e campanhas de conscientização voltadas à redução das colisões com vidros, um passo importante para tornar as cidades mais amigáveis à biodiversidade.
De acordo com a pesquisadora, o estudo poderá subsidiar políticas públicas, normas de construção e campanhas de conscientização voltadas à redução das colisões com vidros, um passo importante para tornar as cidades mais amigáveis à biodiversidade.

Um estudo publicado nesta semana no periódico Ecology mostrou que 4.103 aves colidiram com janelas de vidro em um período de sete décadas em 11 países das Américas Central e do Sul.

Segundo a pesquisa, coordenada por dois pesquisadores brasileiros e por um cientista da Universidade de Helsinque (Finlândia), observou que mais de 500 espécies sofreram acidentes com essas estruturas, algumas ameaçadas de extinção, entre 1946 e 2020.

O levantamento mostrou que 2.537 aves morreram imediatamente após as colisões, e 1.515 foram encontradas vivas e encaminhadas a centros de reabilitação. As épocas em que ocorreram os acidentes provavelmente coincidem com períodos de migração e reprodução das espécies, de acordo com o estudo.

Apenas no Brasil, foram analisados os registros de 1.452 incidentes, incluindo indivíduos de espécies ameaçadas de extinção, como gavião-pombo-pequeno (Buteogallus lacernulatus), cigarrinha-do-sul (Sporophila falcirostris) e saíra-pintor (Tangara fastuosa), endêmicas da Mata Atlântica.

A pesquisa foi liderada por Augusto João Piratelli, da Universidade Federal de São Carlos, Bianca Ribeiro, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, e por Ian MacGregor-Fors (Universidade de Helsinki, Finlândia). Também colaboraram com o estudo mais de 100 pesquisadores, incluindo vários brasileiros.

Pesquisadora do Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), Flávia Guimarães Chaves, foi uma das colaboradoras do estudo. Segundo ela, o levantamento mostra que janelas e outras estruturas urbanas de vidro ameaçam as aves, já que elas não enxergam essa barreira.

"Na cidade de São Paulo, foram 629 colisões de aves. Não havia muita diferença se o vidro dessas residências ou prédios era translúcido ou reflexivo", explica a pesquisadora.

De acordo com a pesquisadora, o estudo poderá subsidiar políticas públicas, normas de construção e campanhas de conscientização voltadas à redução das colisões com vidros, um passo importante para tornar as cidades mais amigáveis à biodiversidade.

"Um passo importante para tornar as cidades mais amigáveis [para as aves] são ações simples como a aplicação de adesivos nos vidros, como bolinhas numa distância entre dez e 15 centímetros, de forma simétrica, que fazem com que as aves possam enxergar esses vidros. Outra possibilidade é utilizar cortinas antirreflexo e persianas nas janelas. No período da construção ou reforma, pode-se optar por vidros que sejam serigrafados, que possuem faixa UV na sua composição e são enxergadas pelas aves".

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Variedades • 22:05h • 14 de março de 2026

Mega vai para R$ 105 mi; aposta de Prudente acerta a quina; Assis, Cândido Mota e região na quadra

Concurso 2984 foi realizado neste sábado (14) no Espaço da Sorte, em São Paulo, e próximo prêmio pode chegar a R$ 105 milhões

Descrição da imagem

Ciência e Tecnologia • 18:48h • 14 de março de 2026

Sistema com inteligência artificial identifica dor em recém-nascidos internados em UTIs neonatais

Ferramenta criada por pesquisadores da FEI e da Unifesp analisa expressões faciais de recém-nascidos e reduz subjetividade na avaliação clínica

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 17:32h • 14 de março de 2026

Como cuidar de gatos idosos e garantir qualidade de vida na terceira idade felina

Especialista Nathali Vieira orienta tutores sobre alimentação, acompanhamento veterinário e adaptações no ambiente doméstico

Descrição da imagem

Educação • 16:29h • 14 de março de 2026

Unesp lança guia para orientar uso de inteligência artificial na graduação

Documento estabelece diretrizes para estudantes, professores e servidores e reforça princípio de transparência no uso de ferramentas digitais

Descrição da imagem

Gastronomia & Turismo • 16:03h • 14 de março de 2026

Conheça a cidade alagoana que une o Velho Chico e a história do cangaço

Localizada no interior do estado, a cidade de Piranhas surpreende com passeios pelos cânions do rio São Francisco, arquitetura colonial e culinária ribeirinha

Descrição da imagem

Variedades • 15:26h • 14 de março de 2026

Há 150 anos, o primeiro telefone iniciava a revolução na comunicação humana

Evolução na forma como nos comunicamos deu um salto a partir da metade dos anos 1990, com a Lei Geral de Telecomunicações e a criação da Anatel, pavimentando o caminho para a universalização dos serviços

Descrição da imagem

Policial • 15:01h • 14 de março de 2026

O que está por trás do treinamento de policiais para ocorrências de alto risco

Treinamento técnico, preparo psicológico e experiência prática formam a base para decisões rápidas e seguras em cenários de alto risco

Descrição da imagem

Cidades • 14:36h • 14 de março de 2026

Cruzália promove campanha de prevenção ao câncer do colo do útero no dia 27

Ação do Março Lilás oferecerá exames preventivos e orientações de saúde na Unidade Básica de Saúde

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar