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Saúde • 18:43h • 26 de junho de 2025

9 sinais do diabetes que passam despercebidos e colocam a saúde em risco

No Dia Nacional de Combate ao Diabetes, especialistas alertam para sintomas sutis que muitas vezes são confundidos com cansaço, estresse ou rotina acelerada

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Assessoria de Imprensa VFR | Foto: Divulgação

Fadiga, sede e visão turva podem ser sinais de diabetes tipo 2, alerta especialista
Fadiga, sede e visão turva podem ser sinais de diabetes tipo 2, alerta especialista

Celebrado nesta quinta-feira, 26 de junho, o Dia Nacional de Combate ao Diabetes serve como alerta para uma das doenças crônicas mais comuns no Brasil. Segundo estimativa da Sociedade Brasileira de Diabetes, cerca de 20 milhões de brasileiros convivem com o problema. A maior preocupação está nos casos de diabetes tipo 2, que podem se desenvolver silenciosamente por anos, dificultando o diagnóstico e abrindo caminho para complicações severas como infartos, AVCs, falência renal e até amputações.

A doença é caracterizada pelo excesso de glicose na corrente sanguínea, resultado da baixa produção ou má utilização da insulina - hormônio essencial para o metabolismo do açúcar. O sobrepeso, presente em 70% da população brasileira, e o alto consumo de alimentos ultraprocessados são dois dos principais gatilhos para o surgimento do quadro.

“O diabetes é traiçoeiro. Muitos convivem com ele sem saber, porque os primeiros sinais são sutis e fáceis de ignorar. Quando o diagnóstico chega, o corpo já pode estar afetado”, explica o endocrinologista Márcio S. Roberto, coordenador do setor no Hospital São Luiz Jabaquara, da Rede D'Or.

Conheça os 9 sinais mais comuns que exigem atenção:

  1. Sede constante: mesmo ingerindo água com frequência, a sensação de boca seca persiste.
  2. Idas frequentes ao banheiro: especialmente à noite, com interrupções do sono para urinar.
  3. Cansaço inexplicável: sensação contínua de fadiga, mesmo após repouso.
  4. Fome exagerada: aumento da ingestão alimentar sem saciedade.
  5. Alterações no peso: perda ou ganho de peso sem mudanças na dieta.
  6. Visão turva: dificuldade de focar ou enxergar nitidamente.
  7. Formigamentos: principalmente nas extremidades do corpo, como pés e mãos.
  8. Infecções recorrentes: candidíase, infecções urinárias ou de pele frequentes.
  9. Cicatrização lenta: feridas simples que demoram a fechar.

O médico alerta que, diante desses sintomas, a busca por avaliação médica deve ser imediata. “É comum as pessoas relacionarem tudo isso ao estresse, ao ritmo corrido, mas o corpo envia sinais que não devem ser ignorados”, afirma.

Tratamentos evoluíram, mas prevenção segue como aliada principal

Embora o diabetes tipo 2 não tenha cura, os avanços terapêuticos ampliaram significativamente a qualidade de vida dos pacientes. A medicina já conta com medicamentos modernos que regulam a glicemia, reduzem o apetite e ajudam na perda de peso, como os análogos do GLP-1, entre eles o Ozempic e o Mounjaro, ambos de aplicação semanal.

Além dos medicamentos, a prática regular de atividades físicas, mudanças na alimentação e controle do sono são essenciais. “A detecção precoce ainda é o melhor caminho. Com diagnóstico oportuno e acompanhamento adequado, o paciente pode viver bem, evitando complicações graves”, conclui o especialista.

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