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Saúde • 10:42h • 10 de fevereiro de 2025

Alcoolismo mata 90 mil brasileiros por ano: conheça os dados alarmantes e as ações de prevenção

Alcoolismo e uso de drogas têm impactado a saúde pública mundial, com 2 milhões de mortes a cada ano; campanha de conscientização ganha força no Brasil com o Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo

Da Redação | Com informações da Assessoria de Imprensa | Foto: Divulgação

Alcoolismo e drogas: como o consumo excessivo leva a 2 milhões de mortes por ano no mundo
Alcoolismo e drogas: como o consumo excessivo leva a 2 milhões de mortes por ano no mundo

O consumo excessivo de álcool no Brasil continua sendo uma das principais causas de morte, com cerca de 90 mil brasileiros falecendo todos os anos devido a essa dependência. Este número alarmante é um reflexo de um problema de saúde pública crescente, que também atinge outras partes do mundo, onde, segundo o relatório mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), 2 milhões de pessoas morrem por ano devido ao álcool. Este cenário, somado ao aumento no uso de drogas psicoativas, tornou-se ainda mais preocupante no contexto global.

O Relatório Mundial sobre Drogas 2024, realizado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), alerta para o aumento do consumo de substâncias, como opioides e canábis, entre outras drogas, com cerca de 292 milhões de pessoas no mundo utilizando algum tipo de droga em 2022. Esse crescimento é de 20% em relação à última década, com a canábis representando o maior número de usuários, seguida pelos opioides, anfetaminas, cocaína e ecstasy.

No Brasil, o cenário de alcoolismo também tem se agravado desde a pandemia, com o aumento significativo no consumo de bebidas alcoólicas. Para Kalil Duailibi, psiquiatra e professor de Medicina da Universidade Santo Amaro (Unisa), os dados sobre o alcoolismo são alarmantes e exigem ações de prevenção mais intensas, principalmente em relação ao consumo precoce entre adolescentes. O médico destaca que os jovens que começam a beber antes dos 21 anos têm quatro vezes mais chances de desenvolver dependência alcoólica.

A pandemia trouxe mudanças no comportamento social, fazendo com que muitas pessoas, especialmente as mais jovens, buscassem no álcool uma forma de enfrentar o isolamento e os desafios emocionais. Além disso, o consumo precoce do álcool tem efeitos devastadores na saúde, como lesões corporais, maior envolvimento em acidentes de trânsito, gestação indesejada e doenças sexualmente transmissíveis.

O Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, comemorado em 20 de fevereiro, reforça a importância de se discutir o impacto do uso de substâncias e como isso afeta diretamente a sociedade. O psiquiatra enfatiza que a prevenção deve ser uma responsabilidade compartilhada entre famílias, escolas, comunidade, profissionais de saúde, mídias e o governo.

A conscientização e o tratamento adequado são fundamentais para reverter esse quadro. Duailibi finaliza alertando para a necessidade de combater comportamentos prejudiciais ao desenvolvimento de jovens, sendo a informação e a educação as principais ferramentas para evitar que o alcoolismo e as drogas continuem a destruir vidas.

O alerta é claro: a prevenção começa com o exemplo e o cuidado dentro de casa, criando um ambiente seguro para as futuras gerações.

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