Educação • 09:28h • 04 de julho de 2025
Alesp aprova projeto que garante piso salarial nacional a professores paulistas
Texto aprovado pelos parlamentares aplica um reajuste residual aos vencimentos-base de uma parcela dos professores da rede pública
Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações da Alesp | Foto: Rodrigo Romeo
Em Sessão Extraordinária realizada na última terça-feira (1º), a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou por unanimidade um reajuste residual destinado a uma parcela dos professores da rede pública estadual. A medida garante que os vencimentos-base desses docentes sejam equiparados ao Piso Salarial Nacional do Magistério, atualmente fixado em R$ 4.867,77 para jornada de 40 horas semanais.
No mês passado, o Legislativo Paulista já havia aprovado um aumento de 5% para os servidores do Executivo estadual, incluindo as carreiras do magistério. No entanto, uma parte dos docentes permaneceria com vencimentos inferiores ao piso nacional vigente, reajustado em 6,27% em janeiro deste ano.
A deputada Professora Bebel (PT), articuladora do Projeto de Lei Complementar 26/2025 junto ao Governo do Estado, destacou a importância da aprovação, que beneficia aproximadamente 100 mil professores. "Vamos valorizar o que conseguimos, e aquilo que ainda não conquistamos, seguiremos lutando", afirmou.
O presidente da Alesp, André do Prado, enfatizou o papel fundamental da parlamentar na aprovação da medida. "Demonstrando a necessidade de fazer justiça, a deputada Bebel mostrou que é importante manter sempre o diálogo aberto para causas justas e necessárias", ressaltou.
Aviso legal
Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, integral ou parcial, do conteúdo textual e das imagens deste site. Para mais informações sobre licenciamento de conteúdo, entre em contato conosco.
Últimas Notícias
As mais lidas do mês
Política
Lula ou Flávio Bolsonaro? Veja onde consultar propostas, histórico e informações antes de votar
Programas de governo em PDF, registros do Senado, despesas federais e plataformas de checagem permitem comparar os candidatos à Presidência com informações oficiais e documentos públicos