Saúde • 09:00h • 23 de abril de 2026
Alopecia exige diagnóstico precoce e tratamento individualizado, alertam especialistas
Queda de cabelo pode ter diferentes causas e impactos emocionais, reforçando a importância de avaliação médica
Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações da Agência de notícias do Paraná | Foto: Arquivo Âncora1
A alopecia, popularmente conhecida como calvície, pode afetar homens e mulheres em diferentes fases da vida. Embora não represente risco direto à saúde física, a condição pode ter impacto significativo na autoestima, na imagem pessoal e na qualidade de vida. Por isso, o diagnóstico precoce e correto é fundamental para definir o tratamento mais adequado para cada caso.
Referência no atendimento pelo SUS, o Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná (HDSPR), localizado em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, destaca a importância de identificar o tipo de alopecia para alcançar melhores resultados. A condição pode se manifestar de diversas formas e, em alguns casos, levar até mesmo a quadros de ansiedade ou depressão.
As alopecias são classificadas em dois grandes grupos. Nas não cicatriciais, há possibilidade de recuperação dos fios. Entre os exemplos mais comuns estão a alopecia androgenética, de origem genética; o eflúvio telógeno, caracterizado por queda intensa após estresse ou doenças; e a alopecia areata, que provoca falhas circulares no couro cabeludo. Embora algumas dessas condições não tenham cura, existem tratamentos capazes de controlar a queda e estimular o crescimento dos fios.
Já nas alopecias cicatriciais, ocorre um processo inflamatório que destrói os folículos capilares, resultando em perda permanente dos cabelos.
Os sintomas podem variar desde pequenas falhas localizadas até queda difusa em toda a cabeça. As causas incluem fatores genéticos, alterações hormonais, estresse, uso excessivo de produtos químicos e até penteados que tracionam os fios de forma contínua.
Especialistas reforçam que, apesar de profissionais da área de estética muitas vezes identificarem sinais iniciais, o diagnóstico e o tratamento devem ser feitos por um dermatologista, já que cada tipo de alopecia exige uma abordagem específica.
Para ter acesso ao atendimento pelo SUS, a orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Caso necessário, o paciente é encaminhado para avaliação especializada. O agendamento para o atendimento no HDSPR é feito pelos próprios municípios, por meio do sistema estadual de regulação.
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