• Vereador cobra cinco melhorias no Inocoop, mas Prefeitura de Assis não apresenta prazos para execução
  • Frutas da estação podem ajudar na imunidade e no intestino; veja o que escolher em outubro
  • Assis deixa Comitê de Aleitamento Materno parado há quase dois anos e não prevê reativação
Novidades e destaques Novidades e destaques

Mundo • 15:40h • 21 de dezembro de 2024

Analfabetismo atinge um em cada cinco residentes de terras indígenas

Taxa caiu de 32,3% em 2010 para 20,8% no Censo 2022

Agência Brasil | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Os novos dados divulgados pelo IBGE também revelam dificuldades específicas enfrentadas pelos indígenas que vivem em locais urbanizados, na comparação com os demais residentes dessas áreas.
Os novos dados divulgados pelo IBGE também revelam dificuldades específicas enfrentadas pelos indígenas que vivem em locais urbanizados, na comparação com os demais residentes dessas áreas.

Dados de nova pesquisa apresentada na quinta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) destacam a queda significativa na taxa de analfabetismo dos residentes de terras indígenas que têm 15 anos ou mais. No Censo 2010, eles eram 32,3%. Passada mais de uma década, a taxa caiu para 20,8% no Censo 2022.

Conforme o IBGE, são considerados alfabetizados aqueles que sabem ler e escrever um bilhete simples, seja em português ou em qualquer outro idioma que conhecem, incluindo as línguas e dialetos indígenas. Apesar de os dados indicarem melhora considerável ao longo de 12 anos, a situação ainda é alarmante já que o analfabetismo atinge um em cada cinco residentes de terras indígenas, sejam elas declaradas, homologadas, regularizadas ou encaminhadas como reservas.

Os dados revelam grande discrepância na comparação com a população total do país. A taxa de analfabetismo nacional é de 7%, praticamente três vezes menos do que os 20,8% apurado para a população que vive em terras indígenas.

Essa discrepância, no entanto, tende a diminuir caso se mantenham os atuais ritmos de queda da taxa. Nas terras indígenas, a redução dos 32,3% apurados no Censo 2010 para 20,8% registrado pelo Censo 2022 configura redução de 11,4 pontos percentuais. No mesmo período, a queda da taxa nacional foi de 2,6 pontos percentuais: saiu de 9,6% em 2010 para os 7% registrados em 2022.

Considerando todos os indígenas que vivem no país, o analfabetismo também teve recuo significativo, saindo de 23,4% para 15,05%. Embora seja uma queda menos expressiva do que o observado apenas entre os residentes nas terras indígenas, os dados indicam queda de 8,35 pontos percentuais.

O Censo Demográfico é a única pesquisa domiciliar que vai a todos os municípios do país. As informações levantadas subsidiam a elaboração de políticas públicas e decisões relacionadas com a alocação de recursos financeiros. O Brasil costuma realizar uma operação censitária a cada dez anos. O Censo 2022 deveria ter sido realizado em 2020, mas foi adiado duas vezes: primeiro devido à pandemia de covid-19 e depois por adversidades orçamentárias.

Acesso à água

Os novos dados divulgados pelo IBGE também revelam dificuldades específicas enfrentadas pelos indígenas que vivem em locais urbanizados, na comparação com os demais residentes dessas áreas. Eles costumam enfrentar mais problemas relacionados como os serviços públicos e a infraestrutura.

O nível de precariedade no acesso à água afeta 10,08% desses indígenas. É uma taxa 3,7 vezes superior à média nacional da população urbana, que é de 2,72%. Situação similar se repete com o esgotamento sanitário: a precariedade afeta 40,76% dos indígenas residindo em domicílios urbanos, duas vezes mais do que a média nacional de 16,95%.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Variedades • 18:43h • 25 de outubro de 2026

O que muda no bolso de homens com a mesma renda? Estudo identifica nove perfis de consumo

Estudo com 70 mil consumidores identifica nove perfis de comportamento e mostra diferenças nas compras, no uso do cartão e na preferência por pagamentos à vista ou parcelados

Descrição da imagem

Gastronomia & Turismo • 17:23h • 25 de outubro de 2026

Festa da Uva de Jundiaí é reconhecida por turismo inclusivo e prepara novidades para 2027

Evento está entre as 15 iniciativas de destaque em acessibilidade no estado de São Paulo; próxima edição terá entrada gratuita e acontecerá de 14 de janeiro a 7 de fevereiro

Descrição da imagem

Educação • 16:18h • 25 de outubro de 2026

Docente de Assis discute sustentabilidade e acesso a serviços essenciais em seminário nacional

Jonatas José Lobo Oliveira participou de encontro na UTFPR, em Curitiba, que discutiu governança pública, desenvolvimento territorial e acesso a serviços essenciais

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 15:33h • 25 de outubro de 2026

Brasil ocupa 48ª posição em ranking de doações e enfrenta desafio de manter solidariedade o ano inteiro

Pesquisas mostram queda nas contribuições recorrentes e apontam a falta de confiança nas instituições como um dos principais obstáculos; Dia de Doar será em 1º de dezembro

Descrição da imagem

Educação • 14:37h • 25 de outubro de 2026

Pesquisas desenvolvidas em parceria entre diferentes cursos ganham espaço em fórum da FEMA

Evento realizado em Assis destacou trabalhos acadêmicos, projetos de iniciação científica e estudos sobre tecnologias como blockchain

Descrição da imagem

Cidades • 13:24h • 25 de outubro de 2026

Vereador cobra cinco melhorias no Inocoop, mas Prefeitura de Assis não apresenta prazos para execução

Pastor Edinho solicita reparos em academia, centro comunitário, parquinho, iluminação e calçamento; respostas apontam falta de peças, vistorias e avaliações orçamentárias

Descrição da imagem

Gastronomia & Turismo • 12:11h • 25 de outubro de 2026

Frutas da estação podem ajudar na imunidade e no intestino; veja o que escolher em outubro

Acerola, abacaxi, banana, mamão, jabuticaba, manga, caju e melancia estão entre as frutas da estação que fornecem vitaminas, fibras e antioxidantes importantes para a saúde

Descrição da imagem

Saúde • 11:35h • 25 de outubro de 2026

Assis deixa Comitê de Aleitamento Materno parado há quase dois anos e não prevê reativação

Resposta ao vereador Fernando Kiko aponta falta de quórum como motivo da paralisação e revela ausência de planejamento para reativar o colegiado

As mais lidas do mês

Política

Lula ou Flávio Bolsonaro? Veja onde consultar propostas, histórico e informações antes de votar

Programas de governo em PDF, registros do Senado, despesas federais e plataformas de checagem permitem comparar os candidatos à Presidência com informações oficiais e documentos públicos