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Saúde • 13:36h • 28 de novembro de 2025

Anvisa explica como prevenir e agir em casos raros de botulismo após uso de toxina botulínica

Uma nota técnica conjunta orienta profissionais de saúde e a população sobre sinais, riscos e cuidados relacionados ao botulismo iatrogênico, que pode ocorrer após aplicações inadequadas de toxina botulínica

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações da Anvisa | Foto: Arquivo Âncora1

Em 12 de março deste ano, a Anvisa publicou um alerta reforçando que os procedimentos com toxina botulínica devem ser realizados exclusivamente por profissionais habilitados, em serviços autorizados pela vigilância sanitária, utilizando medicamentos registrados e seguindo rigorosamente as orientações da bula.
Em 12 de março deste ano, a Anvisa publicou um alerta reforçando que os procedimentos com toxina botulínica devem ser realizados exclusivamente por profissionais habilitados, em serviços autorizados pela vigilância sanitária, utilizando medicamentos registrados e seguindo rigorosamente as orientações da bula.

O Ministério da Saúde e a Anvisa divulgaram a Nota Técnica Conjunta 405/2025, com orientações para identificar, notificar e tratar possíveis casos de botulismo iatrogênico — quando a doença aparece após o uso médico da toxina botulínica.

Esse tipo de botulismo é raro, mas pode acontecer se o produto for aplicado em doses muito altas, em intervalos menores do que o recomendado ou em condições inadequadas, o que permite que a toxina chegue à corrente sanguínea e cause efeitos em outras partes do corpo além do local aplicado.

O que é o botulismo?

O botulismo é uma doença grave, causada pela toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum. Ele não é contagioso, mas exige tratamento rápido.

Medicamentos com toxina botulínica aprovados pela Anvisa continuam sendo considerados seguros e eficazes quando usados por profissionais habilitados e seguindo a bula.

Principais sinais de alerta

Os primeiros sintomas podem incluir:

  • visão borrada;
  • pálpebras caídas;
  • fala enrolada;
  • dificuldade para engolir ou respirar.

Em situações mais graves, pode haver paralisia muscular, que pode levar à morte.

Ao perceber esses sintomas, é essencial buscar atendimento imediato. Alguns casos exigem uso urgente da antitoxina botulínica.

Orientações para a população

  • Use apenas produtos aprovados pela Anvisa e dentro do prazo de validade.
  • Procure sempre profissionais qualificados e clínicas autorizadas.
  • Respeite as doses e intervalos recomendados.
  • Notifique eventos adversos no sistema VigiMed.
  • Se tiver sintomas, procure atendimento e informe o uso da toxina (produto, fabricante e lote, se souber).

Orientações aos profissionais de saúde

  • Seguir as recomendações da nota técnica para identificar, investigar e tratar casos suspeitos.
  • Notificar obrigatoriamente casos suspeitos de botulismo e registrar eventos adversos no VigiMed.
  • Utilizar a antitoxina quando indicado.

Situação no Brasil e no mundo

A Anvisa já havia alertado em março que apenas profissionais habilitados e locais autorizados podem aplicar a toxina botulínica. As bulas também foram atualizadas para reforçar riscos e sintomas, que podem surgir horas ou semanas após o procedimento.

Casos recentes foram registrados em outros países, como Turquia (2023), Estados Unidos (2024) e Reino Unido (2025).

No Brasil, os primeiros casos apareceram em 2024, com dois registros confirmados. Em 2025, já são 11 casos contabilizados, a maioria ligada ao uso inadequado da toxina botulínica tipo A.

A Anvisa reforça que toda suspeita deve ser notificada ao VigiMed, mesmo sem confirmação imediata da relação com o medicamento.

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