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Saúde • 14:40h • 10 de maio de 2025

Artrite idiopática juvenil: o que pais e cuidadores precisam saber sobre a doença

Entenda os tipos da Artrite Idiopática Juvenil e como o diagnóstico precoce e o apoio emocional são essenciais para o bem-estar das crianças

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da GRAPPA | Foto: Divulgação

Artrite idiopática juvenil: entenda os tipos, sintomas e o impacto na vida das crianças
Artrite idiopática juvenil: entenda os tipos, sintomas e o impacto na vida das crianças

A Artrite Idiopática Juvenil (AIJ) é uma doença reumatológica que afeta crianças e adolescentes com menos de 16 anos. Caracterizada por uma inflamação crônica nas articulações, ela pode causar dores intensas, rigidez e dificuldades de mobilidade, comprometendo a qualidade de vida dos jovens. Embora sua origem não seja completamente entendida, acredita-se que a AIJ tenha causas autoimunes, onde o sistema imunológico ataca as articulações por engano. Fatores como predisposição genética, infecções virais e bacterianas, lesões articulares e até estresse emocional podem atuar como gatilhos para o desenvolvimento da doença.

De acordo com a reumatologista Cláudia Goldenstein Schainberg, existem diferentes tipos de Artrite Idiopática Juvenil, cada uma com características e desafios específicos. “Os tipos mais comuns são a oligoarticular, que afeta até quatro articulações, geralmente os tornozelos e joelhos; a poliarticular, que atinge cinco ou mais articulações, com destaque para punhos, cotovelos, joelhos e pequenas articulações das mãos e pés; e a sistêmica, que pode provocar febre alta, manchas na pele e até inflamação de órgãos internos”, explica a médica.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico da AIJ é clínico, realizado a partir da observação da artrite em uma ou mais articulações, que persiste por mais de seis semanas. Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, melhores são as chances de controle da inflamação e de preservação da função articular. O tratamento é fundamental para o controle da doença e envolve uma abordagem multidisciplinar. “A abordagem terapêutica pode incluir anti-inflamatórios, corticoides, medicamentos imunossupressores e fisioterapia. O tratamento precoce é a chave para evitar sequelas e garantir que a criança tenha uma vida ativa e saudável”, afirma Cláudia.

Apesar de ser uma condição crônica, a Artrite Idiopática Juvenil pode ser controlada com o tratamento adequado, e muitas crianças diagnosticadas com a doença podem levar uma vida normal, praticando atividades físicas e mantendo uma rotina escolar.

Aspectos emocionais e apoio psicológico

Além das dificuldades físicas, a AIJ pode ter um impacto significativo na saúde emocional das crianças. O uso contínuo de medicamentos, a necessidade de acompanhamento médico frequente e a limitação dos movimentos podem gerar sentimentos de ansiedade, frustração e isolamento social. “É essencial proporcionar apoio psicológico, garantindo que a criança se sinta compreendida, não só pela família, mas também no ambiente escolar. O apoio emocional é crucial para ajudar a criança a lidar com os desafios da doença”, afirma a especialista.

A qualidade de vida de crianças com Artrite Idiopática Juvenil não depende apenas do controle físico da doença, mas também do suporte emocional que recebem de seus familiares, amigos e profissionais de saúde. O diagnóstico precoce, o tratamento adequado e o acompanhamento psicológico desempenham papéis essenciais para o enfrentamento da doença e para o desenvolvimento saudável das crianças afetadas.

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