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Saúde • 20:26h • 01 de dezembro de 2025

Brasil amplia oferta de autotestes e fortalece estratégia de diagnóstico rápido de HIV

Queda global na testagem após a pandemia reforça importância do acesso a autotestes rápidos e confiáveis para avançar nas metas de eliminação do HIV

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Assessoria | Foto: Arquivo/Âncora1

Como autotestes confiáveis podem acelerar metas de eliminação do HIV até 2030
Como autotestes confiáveis podem acelerar metas de eliminação do HIV até 2030

A queda de 22% nos testes de HIV em comparação ao período pré-pandemia reacendeu, no que, quando e por que testar, a preocupação global com a interrupção de diagnósticos precoces e com o risco de retrocesso em conquistas acumuladas nas últimas três décadas. A redução está associada ao desvio de recursos e equipes durante a COVID-19, o que impactou diretamente políticas de prevenção, tratamento e acompanhamento.

Desde 2010, novas infecções por HIV diminuíram mais de 31% no mundo, e cerca de 28,2 milhões das 37,7 milhões de pessoas que vivem com HIV estão em terapia antirretroviral, o que reduz transmissões e aumenta a expectativa de vida. Apesar dos avanços, estima-se que 16% das pessoas soropositivas ainda desconhecem sua condição, o que afeta a meta global do UNAIDS para 2030 de diagnosticar, tratar e alcançar supressão viral em 95% do público-alvo.

Especialistas destacam que ampliar o acesso à testagem fora dos ambientes tradicionais de saúde é um passo urgente, especialmente para populações que enfrentam barreiras relacionadas ao estigma, ao medo da exposição ou à dificuldade de acesso a serviços presenciais.

A Abbott atua há décadas na vigilância e no desenvolvimento de testes diagnósticos, desde o primeiro teste de HIV nos Estados Unidos em 1985 até a oferta atual de mais de 20 testes distribuídos em laboratórios e pontos de atenção. A empresa também mantém uma rede global de monitoramento de vírus, incluindo a identificação recente de controladores de elite na República Democrática do Congo, grupo que vive com HIV controlado sem terapia antirretroviral e que pode contribuir para pesquisas de cura. Em 2021, a Abbott também anunciou a identificação de uma nova cepa do subgrupo M do HIV-1, subtipo L, tornando o sequenciamento disponível à comunidade científica.

Apesar dos avanços laboratoriais, a ampliação do acesso a testes práticos e confidenciais permanece central. O estigma ainda limita a procura por diagnóstico e, nesse contexto, os autotestes ganham papel estratégico. Soluções como o Panbio HIV Self-Test, recém-lançado no Brasil, permitem testagem rápida e particular a partir de uma amostra de sangue coletada por picada no dedo. Um modelo semelhante, o CheckNOW, está disponível para governos e autoridades sanitárias. Os autotestes ampliam autonomia, garantem privacidade, combatem barreiras sociais e chegam a pessoas que evitam clínicas por receio de discriminação ou falta de acesso.

Segundo a empresa, a inovação em autotestes inclui não apenas a tecnologia, mas todo o processo de orientação ao usuário: desde a escolha do teste adequado até a compreensão do resultado e os encaminhamentos para tratamento. Esse suporte é considerado essencial para que a testagem contribua efetivamente para a eliminação do HIV.

Ampliar o acesso ao diagnóstico precoce continua sendo um dos pilares para frear novas infecções, garantir início imediato de tratamento e recuperar o ritmo global de combate ao HIV. Organizações, governos e comunidade científica reforçam que alcançar as metas depende de iniciativas integradas, com testagem disponível, acessível e livre de estigmas.

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