Responsabilidade Social • 13:10h • 11 de julho de 2026
Brasil deixa a Copa, mas Médicos Sem Fronteiras lembra que outra disputa continua todos os dias
Campanha convida brasileiros a apoiar ações humanitárias em mais de 75 países e reforça que crises, guerras e epidemias não terminam com o fim do campeonato
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações do MSF | Foto: Divulgação
A eliminação da Seleção Brasileira encerrou a participação do país no maior campeonato mundial de futebol, mas, para Médicos Sem Fronteiras (MSF), outro jogo continua todos os dias. A organização humanitária aproveita o fim da campanha brasileira para reforçar a mobilização da iniciativa "O nome que muda o jogo é o seu", que busca ampliar o número de apoiadores das equipes que atuam em mais de 75 países afetados por guerras, epidemias, desastres naturais, desnutrição e falta de assistência médica.
A campanha convida os brasileiros a transformarem a paixão pelo esporte em apoio às ações humanitárias realizadas durante todo o ano por profissionais de diversas áreas, como medicina, enfermagem, psicologia e engenharia.
Campanha transforma torcida em apoio às missões humanitárias
Como parte da mobilização, o atleta olímpico Lucas Mazzo divulgou um vídeo em parceria com Médicos Sem Fronteiras para apresentar a camisa oficial da campanha, desenvolvida em conjunto com a marca Bepop.

A peça, vendida por R$ 159 com frete gratuito, tem sua arrecadação destinada aos projetos da organização, descontados os custos de produção, comercialização, impostos e taxas.
Além da camisa, a campanha inclui um filme publicitário que associa nomes de profissionais da organização a grandes ídolos do futebol, mostrando que, fora dos gramados, também existem equipes que entram em campo diariamente para salvar vidas.
Atletas reforçam convite para apoiar a organização
A mobilização conta ainda com a participação de atletas e influenciadores, entre eles Daiane dos Santos, Hugo Calderano, Caio Bonfim e Carol Borba, que divulgam a campanha nas redes sociais para ampliar o alcance da iniciativa.
Segundo Jessica Urdangarin, diretora de Engajamento Estratégico de Médicos Sem Fronteiras, o objetivo é lembrar que as crises humanitárias continuam mesmo após o encerramento das competições esportivas.
"Muitos times já se despediram da Copa, inclusive o Brasil. Mas nossas equipes continuam entrando em campo todos os dias para cuidar de pessoas em algumas das regiões mais difíceis do mundo. E cada doador faz parte da torcida. Juntos, podemos virar esse jogo", afirma.
Organização atua durante todo o ano em mais de 75 países
Médicos Sem Fronteiras presta assistência médica e humanitária em regiões afetadas por conflitos armados, epidemias, desastres naturais e deslocamentos forçados.
Segundo a organização, o objetivo da campanha é ampliar a participação de novos doadores e reforçar que o apoio da sociedade é fundamental para manter as operações em diferentes partes do mundo durante os 365 dias do ano.
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