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Saúde • 14:09h • 23 de dezembro de 2025

Calor intenso acende alerta para risco de insolação em crianças

Protetor solar não evita o problema, e pais devem procurar atendimento médico aos primeiros sinais

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Agência Contatto | Foto: Divulgação

Insolação infantil cresce no verão e não é evitada apenas com protetor solar
Insolação infantil cresce no verão e não é evitada apenas com protetor solar

Com as temperaturas elevadas do verão, cresce o risco de insolação entre crianças que passam longos períodos expostas ao sol e ao calor intenso. Embora o uso de protetor solar seja indispensável para proteger a pele, ele não impede os efeitos do superaquecimento do organismo, que pode evoluir para desidratação, confusão mental e outras complicações se não for identificado a tempo.

O pediatra Dr. Hamilton Robledo, da Rede de Hospitais São Camilo, explica que a insolação está relacionada ao excesso de calor acumulado no corpo, e não à radiação ultravioleta. “O protetor solar protege a pele, mas não bloqueia o impacto do calor excessivo. Evitar a exposição direta ao sol entre 10h e 16h, reforçar a hidratação e adotar barreiras físicas são atitudes fundamentais”, orienta.

Medidas simples ajudam a reduzir o risco. Roupas leves, claras e com proteção UV, além do uso de chapéus ou bonés, diminuem a absorção de calor pela pele. Buscar sombra, fazer pausas frequentes e evitar atividades físicas intensas nos horários mais quentes também são estratégias importantes para proteger as crianças durante passeios, praia ou brincadeiras ao ar livre.

Sinais que exigem atenção

Reconhecer precocemente os sintomas da insolação é essencial para agir rápido. Entre os principais sinais em crianças estão dor de cabeça persistente, fadiga, fraqueza, respiração acelerada, batimentos cardíacos elevados, náuseas, vômitos e febre alta, geralmente acima de 39ºC. Em situações mais graves, podem surgir confusão mental ou perda de consciência.

Ao perceber esses sintomas após exposição prolongada ao calor, a recomendação é interromper imediatamente a atividade e buscar avaliação médica. “Quanto mais cedo o atendimento, menores são os riscos de complicações”, reforça o pediatra.

Primeiros cuidados e quando ir ao hospital

Nos quadros leves, os primeiros cuidados incluem levar a criança para um ambiente fresco e ventilado, oferecer líquidos com frequência, vestir roupas leves e aplicar compressas frias ou borrifar água sobre a pele. No entanto, se a febre não ceder, se houver dificuldade para ingerir líquidos, vômitos repetidos, confusão ou desmaios, é indispensável procurar atendimento hospitalar imediatamente.

Com a intensificação do calor ao longo do verão, a combinação de prevenção, observação atenta e resposta rápida faz a diferença para garantir que crianças aproveitem a estação com mais segurança e bem-estar.

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