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Responsabilidade Social • 12:41h • 11 de janeiro de 2026

Capacitação sobre violência doméstica pode se tornar obrigatória para profissionais do SUS

Projeto em análise no Senado prevê formação permanente para identificar, acolher e encaminhar vítimas dentro da rede pública de saúde

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da CFF | Foto: Arquivo/Âncora1

Senado analisa projeto que reforça papel do SUS no acolhimento de vítimas de violência
Senado analisa projeto que reforça papel do SUS no acolhimento de vítimas de violência

Profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão passar a receber capacitação obrigatória e contínua sobre violência doméstica, familiar e de gênero, caso avance o Projeto de Lei 6.452/2025, que será analisado em fevereiro pela Comissão de Direitos Humanos do Senado.

A proposta, apresentada pela senadora Mara Gabrilli, altera a Lei nº 8.080/1990, que organiza o SUS, para incluir de forma expressa esses conteúdos na formação inicial e continuada dos trabalhadores da saúde. O objetivo é qualificar a atuação do sistema público diante de situações de violência, reconhecidas como um problema de saúde pública com impactos físicos, psicológicos e sociais.

Saúde como porta de entrada para vítimas

O texto do projeto destaca que, apesar de o Brasil contar com um arcabouço legal avançado, como a Lei Maria da Penha e normas de notificação compulsória, ainda existem falhas na identificação e no encaminhamento adequado das vítimas dentro dos serviços de saúde.

Ao propor a capacitação sistemática, o projeto busca fortalecer o papel do SUS como porta de entrada da rede de proteção, especialmente em casos que envolvem mulheres, crianças, adolescentes, pessoas idosas e pessoas com deficiência.

A formação prevista inclui conteúdos sobre prevenção, identificação de sinais de violência, notificação obrigatória, acolhimento humanizado e encaminhamento correto aos órgãos e serviços especializados.

Integração às políticas de recursos humanos

A proposta determina que a capacitação passe a integrar formalmente a política de recursos humanos do SUS, alinhando-se às diretrizes já existentes na legislação de proteção a grupos vulneráveis. A medida pretende padronizar procedimentos, reduzir subnotificação e garantir respostas institucionais mais eficazes.

Segundo a justificativa do projeto, a ausência de preparo técnico específico pode comprometer o atendimento, gerar revitimização e dificultar o rompimento do ciclo de violência.

Próximos passos no Senado

O PL 6.452/2025 será analisado pela Comissao de Direitos Humanos do Senado, que avaliará a pertinência da proposta, sua compatibilidade com o marco legal vigente e os impactos sobre a estrutura de formação dos profissionais de saúde.

Após essa etapa, o projeto seguirá o trâmite legislativo no Congresso Nacional. Se aprovado, o SUS passará a contar com uma diretriz nacional específica para qualificação de seus trabalhadores no enfrentamento à violência doméstica e de gênero.

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