• SP investe em infraestrutura para as praias de água doce do estado; confira roteiros
  • Campanha de Páscoa da FEMA arrecada chocolates para crianças até o final de março
Novidades e destaques Novidades e destaques

Responsabilidade Social • 17:05h • 07 de agosto de 2024

Cartilha ajuda mulheres a perceber e agir contra violência de gênero

Documento foi lançado para celebrar 18 anos da Lei Maria da Penha

Agência Brasil | Foto: Reprodução/Capa

O material também esclarece sobre fatores de risco que aumentam a probabilidade da violência contra a mulher
O material também esclarece sobre fatores de risco que aumentam a probabilidade da violência contra a mulher

O primeiro passo para que uma mulher consiga sair de uma situação de violência de gênero consiste em identificar essa violência. É a partir dessa premissa que foi criada a cartilha Violência Contra a Mulher: o que você precisa saber?, com informações sobre a história, o contexto e as diferentes facetas dessa violência.

Disponível à população em geral, o material foi lançado nesta terça-feira (6) pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em seminário por ocasião dos 18 anos da Lei Maria da Penha, criada para combater a violência contra a mulher.

“Todos os dias temos notícias divulgadas oficialmente sobre morte de mulheres, de violências de toda natureza contra mulheres, de vivermos sob ameaça constantemente”, constatou a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), na abertura do evento. “O feminicídio continua sendo noticiado a cada dia, como se estivéssemos em uma sociedade que está em guerra contra nós”, frisou.

O feminicídio, contudo, é o último estágio de um ciclo de violência que começa muito antes, explica de forma didática a cartilha, elaborada pelo Ministério Público. O material apresenta, por exemplo, um “violentômetro”, que alerta sobre atitudes menos graves, mas que podem ser sinais precoces de uma possível violência física ou mesmo do assassinato da mulher - desde chantagear, mentir e ofender, a controlar, proibir e confinar.

O material também esclarece sobre fatores de risco que aumentam a probabilidade da violência contra a mulher, incluindo descumprimento de medidas protetivas pelo agressor, ciúme excessivo, não aceitação de término de relacionamento, dificuldades financeiras graves, entre outros.

“É crucial observar que agressões físicas ou verbais, abusos sexuais e até mesmo o feminicídio são as consequências trágicas de um processo violento que se inicia de maneira quase imperceptível. Pequenos atos de humilhação, controle, depreciação e chantagem emocional já são sinais de alerta de que a violência está presente e deve ser enfrentada”, alerta a cartilha.

O material orienta ainda sobre o que fazer em caso de violência, como ligar para 190 se o ato violento estiver em curso ou procurar uma Delegacia Especial de Atendimento à Mulher ou a delegacia de polícia mais próxima. “É direito da vítima ser bem atendida pelos policiais, de forma reservada e, preferencialmente, por policiais do sexo feminino”, orienta a cartilha.

Outra opção é procurar o próprio Ministério Público de seu estado, preferencialmente núcleos que sejam voltados ao atendimento de casos de violência doméstica.

A Lei Maria da Penha, por exemplo, tem medidas protetivas que visam a integridade física e patrimonial da vítima, e que podem ser acionadas pela mulher de forma urgente, na própria delegacia, independentemente do registro do boletim de ocorrência.

As mulheres também têm direito a receber assistência de uma rede de proteção, que em geral deve ser prestado pelas redes de saúde e assistência social da localidade onde mora.

A cartilha Violência Contra a Mulher: o que você precisa saber? pode ser encontrada no site do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Variedades • 20:19h • 20 de março de 2026

Brasil tem 80% da população feliz e registra avanço em 2026, aponta pesquisa

Levantamento global mostra aumento da felicidade em 25 países e destaca papel de relações e saúde

Descrição da imagem

Variedades • 19:35h • 20 de março de 2026

FOSO: medo de se desconectar cresce na era digital

Comportamento cada vez mais comum afeta saúde mental e dificulta descanso fora do trabalho

Descrição da imagem

Saúde • 18:29h • 20 de março de 2026

Receita amarela digital avança, mas ainda não está disponível na prática no Brasil

Regra da Anvisa abre caminho para prescrição eletrônica de medicamentos controlados, mas sistema só deve operar a partir de junho

Descrição da imagem

Gastronomia & Turismo • 17:36h • 20 de março de 2026

SP investe em infraestrutura para as praias de água doce do estado; confira roteiros

Com aporte de R$ 16 milhões do Governo de SP para instalação de estruturas náuticas, municípios do interior se reafirmam como destinos de lazer e esportes aquáticos

Descrição da imagem

Esporte • 17:06h • 20 de março de 2026

Assis abre Super Liga da Melhor Idade no vôlei e será sede de polo ao longo de 2026

Cidade recebe equipes de sete municípios neste domingo e consolida calendário com nove etapas no ano

Descrição da imagem

Cultura e Entretenimento • 16:39h • 20 de março de 2026

Maracaí Geek Festival tem local e data confirmados para julho

Evento acontece no dia 18 de julho, no Centro Cultural de Maracaí, com programação voltada à cultura geek

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 16:08h • 20 de março de 2026

Campanha de Páscoa da FEMA arrecada chocolates para crianças até o final de março

Doações seguem até 30 de março e serão destinadas a crianças de escolas municipais

Descrição da imagem

Cultura e Entretenimento • 16:00h • 20 de março de 2026

O que é ansiedade social? Fantástico estreia série com Felca para explicar o tema

Novo quadro “Sobre Nós” aborda temas como ansiedade e comportamento com apoio de especialistas

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar