Responsabilidade Social • 13:39h • 25 de julho de 2026
Cães e gatos também sofrem com o frio: veja cuidados
Filhotes, idosos e animais com pouca pelagem exigem atenção redobrada durante os dias de baixas temperaturas
Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência SP | Foto: Arquivo Âncora1
As baixas temperaturas também exigem atenção especial com os animais de estimação. Assim como as pessoas, cães e gatos podem sofrer com o frio, principalmente filhotes, idosos, animais com pouca pelagem ou que convivem com doenças crônicas. Entre os principais cuidados estão oferecer um ambiente protegido do vento e da umidade, manter a vacinação em dia e observar sinais que possam indicar desconforto ou problemas de saúde.
De acordo com o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), os cuidados durante o inverno devem considerar características como idade, raça, tipo de pelagem e condição clínica de cada animal. Em muitos casos, pequenas adaptações na rotina ajudam a garantir mais conforto e a prevenir doenças respiratórias e articulares.
Cuidados para proteger cães e gatos no inverno
O local onde o animal dorme deve estar protegido do vento, da chuva e da umidade. Para pets que vivem em áreas externas, a recomendação é utilizar casinhas elevadas do chão ou estrados de madeira, além de manter mantas e cobertores sempre limpos e secos. Já os animais que ficam dentro de casa devem ter uma cama confortável, longe de correntes de ar.
O uso de roupas pode ser indicado para filhotes, idosos, animais de pequeno porte, de pelos curtos ou com doenças que aumentem a sensibilidade ao frio. As peças devem ser confortáveis e permitir a livre movimentação. Caso o animal demonstre incômodo, a roupa deve ser retirada. Já cães com pelagem longa ou subpelo geralmente não precisam dessa proteção adicional.
Durante os dias frios, os passeios devem ser feitos, de preferência, nos horários mais quentes, como no fim da manhã ou no início da tarde. Se as temperaturas estiverem muito baixas, atividades dentro de casa também ajudam a manter o bem-estar dos animais.
Os banhos podem ser mais espaçados no inverno. Quando necessários, devem ser feitos com água morna, e a pelagem precisa ser completamente seca antes que o animal volte a ambientes externos. Também é recomendável evitar tosas muito curtas, já que os pelos ajudam a manter a temperatura corporal.
Mesmo no frio, cães e gatos precisam ter acesso constante à água limpa e fresca, já que costumam sentir menos sede nessa época do ano. Em algumas situações, o médico-veterinário pode recomendar ajustes na alimentação para compensar o maior gasto de energia do organismo.
Manter a vacinação em dia também é fundamental para reduzir o risco de doenças respiratórias, especialmente em animais que frequentam locais com grande circulação de outros pets. Consultas preventivas permitem identificar precocemente alterações de saúde e adaptar os cuidados às necessidades de cada animal.
Os tutores devem procurar atendimento veterinário caso observem sintomas como tremores persistentes, perda de apetite, tosse, espirros, secreção nasal, dificuldade para caminhar, apatia ou alterações urinárias, sinais que podem indicar que o frio está comprometendo a saúde do animal.
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