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Variedades • 14:22h • 02 de fevereiro de 2025

Dia da Vitória: fim da Segunda Guerra Mundial completa 80 anos em maio

Marinha do Brasil atuou ativamente para manter a segurança de rotas marítimas do Atlântico

Da Redação com informações de Agência Gov | Fonte: Agência Marinha de Notícias

Lançamento de bomba de profundidade por um dos navios de escolta da Marinha do Brasil.
Lançamento de bomba de profundidade por um dos navios de escolta da Marinha do Brasil.

Após quase seis anos de destruição e sofrimento, a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) chegou ao fim com a rendição incondicional da Alemanha. O cerco a Berlim e a morte do líder nazista levaram à assinatura do documento que determinou o fim das operações militares, navais e aéreas alemãs a partir de 8 de maio. Essa data, conhecida como Dia da Vitória, será celebrada pela 80ª vez este ano e também é lembrada no Brasil, cuja Marinha teve um papel fundamental na proteção das rotas marítimas do Atlântico.

Na época, o General Dwight D. Eisenhower, Comandante da Força Expedicionária Aliada e líder da invasão da Normandia, escreveu aos soldados: “Vós cumpristes missões militares tão difíceis que foram consideradas impossíveis. A cruzada iniciada no verão de 1944 chegou ao seu glorioso fim. É meu privilégio saudar cada um de vós pelo cumprimento do dever.”

Do Brasil Neutro ao Brasil em Guerra

Inicialmente neutro, o Brasil declarou estado de beligerância contra a Alemanha nazista e a Itália fascista em 1942, após submarinos inimigos torpedearem navios mercantes brasileiros. Em um comunicado oficial, o governo denunciou os ataques como um “inominável atentado contra indefesas unidades da Marinha Mercante de um país pacífico.”

O Brasil foi o único país sul-americano a enviar tropas para a guerra na Europa. Cerca de 25 mil soldados da Força Expedicionária Brasileira (FEB) lutaram ao lado do Exército americano no norte da Itália, onde quase 500 perderam a vida. Outros 500 militares da Marinha morreram em missões de escolta sob ameaça no Atlântico. No total, mais de mil brasileiros foram vítimas do conflito, tanto em batalhas quanto em ataques marítimos.

Sacrifícios e Estratégia no Mar

Para proteger o país e evitar um agravamento da guerra, a Marinha do Brasil escoltou mais de 3 mil embarcações nacionais e estrangeiras. “Todos os navios devem estar prontos para o combate a qualquer momento, seja em viagem ou nos portos, para repelir ataques contra nossa Pátria”, determinou à época o Contra-Almirante Durval de Oliveira Teixeira.

Os submarinos inimigos tinham como objetivo cortar o abastecimento dos Aliados, principais forças contra o Eixo: Reino Unido, França, União Soviética e Estados Unidos. As rotas marítimas eram essenciais para o transporte de tropas, suprimentos e equipamentos. Além disso, a economia brasileira dependia dessas vias para exportar commodities e importar produtos industrializados da Europa e dos EUA.

O Dia da Vitória simbolizou, para o Brasil, a concretização da “paz no futuro”, como expressa o Hino Nacional. Em discurso na época, o então presidente Getúlio Vargas destacou: “O nazifascismo despertou a cólera sagrada do povo brasileiro. Sabemos os sacrifícios e privações que enfrentamos, mas nossa Força Expedicionária cobriu-se de glórias nos campos de batalha.”

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