Responsabilidade Social • 08:01h • 11 de outubro de 2026
Energisa alerta para riscos com pipas, celulares e tomadas após ação com crianças em Assis
Mais de 100 alunos do Colégio Smart participaram de atividade educativa sobre segurança elétrica; concessionária orienta famílias sobre cuidados dentro de casa e nas brincadeiras ao ar livre
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Energisa | Foto: Divulgação
Mais de 100 alunos do Colégio Smart, em Assis, participaram na última sexta-feira (9) de uma atividade educativa sobre os riscos da eletricidade, promovida pela Energisa Sul-Sudeste. A iniciativa, realizada às vésperas do Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, integra o projeto itinerante Energisa nas Escolas e busca prevenir acidentes envolvendo situações comuns da infância, como empinar pipas, utilizar aparelhos eletrônicos e manusear equipamentos conectados à tomada.
Durante o encontro, profissionais da concessionária apresentaram orientações de maneira didática e interativa, adaptando as informações à faixa etária dos estudantes. A proposta foi mostrar como atividades aparentemente inofensivas podem representar riscos de choques elétricos, queimaduras e até acidentes fatais.
Entre os exemplos abordados estavam pipas presas à rede elétrica, fios danificados, tomadas desprotegidas e o uso inadequado de carregadores de celulares, videogames e outros equipamentos domésticos.
“Quando falamos de segurança elétrica com as crianças, precisamos transformar a orientação em algo que elas compreendam e levem para o dia a dia. Muitas vezes, elas não percebem o perigo de uma tomada, de um fio danificado ou de uma pipa presa à rede elétrica”, explica Rafael Lopes, supervisor de equipe de campo da Energisa Sul-Sudeste.
Pipas e brincadeiras próximas à rede elétrica exigem atenção
Empinar pipas está entre as atividades que merecem cuidados especiais, principalmente em áreas urbanas onde existem postes e cabos de energia próximos aos locais de brincadeira.
A orientação da Energisa é escolher espaços abertos, como parques e campos de futebol, sempre distantes da rede elétrica e com supervisão de um adulto. Caso a pipa fique presa nos fios, a criança não deve tentar recuperá-la, puxar a linha ou subir em postes, árvores e muros.
O uso de cerol e linha chilena aumenta os riscos, pois esses materiais podem provocar ferimentos graves e contribuir para o rompimento de cabos elétricos.
A concessionária também alerta para brincadeiras em árvores próximas à fiação. Subir nesses locais para colher frutas, brincar ou se esconder pode resultar em contato acidental com fios energizados, mesmo quando não existem sinais visíveis de perigo.
Energisa orienta mais de 100 alunos em Assis sobre riscos de acidentes elétricos
Celulares, videogames e extensões também oferecem riscos dentro de casa
No ambiente doméstico, a atenção deve estar voltada principalmente às tomadas, carregadores, adaptadores e extensões utilizados diariamente pelas famílias.
A Energisa recomenda manter as tomadas protegidas, especialmente em locais frequentados por crianças pequenas, e impedir que objetos sejam introduzidos nos pontos de energia. Fios desencapados, cabos danificados e equipamentos com sinais de desgaste não devem ser utilizados.
Outro cuidado envolve a sobrecarga de tomadas. Conectar vários aparelhos a um único ponto, utilizando benjamins ou extensões improvisadas, pode provocar superaquecimento, curto-circuito e incêndios.
Equipamentos elétricos também precisam ficar afastados da água e de ambientes úmidos. No caso dos celulares, a recomendação é evitar o manuseio enquanto estiverem conectados à tomada, principalmente quando houver aquecimento excessivo, problemas nos cabos ou presença de umidade.
Orientações nas escolas buscam prevenir acidentes em família
O projeto Energisa nas Escolas leva informações sobre segurança elétrica a crianças e adolescentes, utilizando exemplos próximos da realidade dos estudantes para facilitar a compreensão dos riscos.
A concessionária considera que a conscientização no ambiente escolar também pode alcançar as famílias, já que os alunos são incentivados a compartilhar os cuidados aprendidos com pais, responsáveis, irmãos e amigos.
Segundo Rafael Lopes, a prevenção depende de explicações que ajudem as crianças a reconhecer situações perigosas e compreender por que determinados comportamentos devem ser evitados. A orientação deve acompanhar tanto as brincadeiras ao ar livre quanto o uso cotidiano de aparelhos eletrônicos dentro de casa.
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