Saúde • 14:51h • 13 de fevereiro de 2026
Entenda como o mormaço impacta a saúde durante as chuvas
Alta umidade favorece infecções, crises alérgicas e desidratação, e cuidados simples ajudam a reduzir riscos
Da Redação | Com informações da Assessoria de Imprensa Capuchino | Foto: Arquivo/Âncora1
Com a intensificação das chuvas e a presença frequente de mormaço, a combinação de calor e alta umidade do ar passa a impactar diretamente o bem-estar da população. O fenômeno não provoca doenças de forma direta, mas cria um ambiente favorável à proliferação de vírus, bactérias e fungos, além de dificultar a regulação da temperatura corporal, o que pode aumentar o risco de desidratação e mal-estar.
De acordo com o infectologista Dr. Danilo Campos, da Rede Oto, o mormaço contribui para a circulação de agentes infecciosos e para o agravamento de quadros respiratórios e alérgicos. “O mormaço não é a causa direta das doenças, mas cria um cenário favorável para a transmissão de vírus e bactérias e para o agravamento de quadros alérgicos e respiratórios. A umidade elevada também dificulta a dissipação do calor pelo corpo, o que pode levar à desidratação e ao cansaço excessivo”, explica.
A alta umidade reduz a capacidade do organismo de eliminar calor por meio do suor, aumentando a sensação de abafamento. Como consequência, podem surgir sintomas como fadiga, dor de cabeça, irritação nas vias aéreas, queda na qualidade do sono e indisposição. Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas tendem a sentir os efeitos com maior intensidade e devem adotar cuidados redobrados.
O ambiente úmido também favorece o crescimento de mofo e ácaros, agravando crises de rinite, sinusite e asma. Em locais pouco ventilados, o risco de transmissão de infecções respiratórias pode aumentar, especialmente quando há maior permanência em espaços fechados.
Medidas simples ajudam a reduzir os impactos do mormaço na saúde. Manter hidratação adequada ao longo do dia, priorizar ambientes ventilados, usar roupas leves e evitar exposição prolongada ao calor são orientações básicas. Reforçar a higiene das mãos e manter a limpeza de ambientes internos também contribuem para diminuir a circulação de microrganismos.
É importante observar sinais de alerta, como febre persistente, tosse prolongada, dificuldade respiratória, lesões de pele ou mal-estar contínuo. Nesses casos, a recomendação é procurar avaliação médica para diagnóstico e orientação adequada.
Com atenção aos cuidados diários e monitoramento dos sintomas, é possível atravessar o período chuvoso com menor risco à saúde, mesmo diante do desconforto causado pelo mormaço.
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