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Política • 16:01h • 18 de abril de 2025

Erika Hilton denuncia discriminação ao receber visto com gênero masculino nos EUA

Parlamentar brasileira repudia ação do governo dos EUA que desconsiderou documentos oficiais e desrespeitou sua identidade de gênero, classificada como mulher no Brasil

Da Redação | Foto: Reprodução/X

Discriminação nos EUA: Erika Hilton denuncia violação de sua identidade de gênero
Discriminação nos EUA: Erika Hilton denuncia violação de sua identidade de gênero

Em um incidente que levanta sérias questões sobre os direitos das pessoas trans e a soberania de documentos nacionais, Erika Hilton, parlamentar brasileira, foi surpreendida ao ser classificada como do "sexo masculino" pelo governo dos Estados Unidos, quando foi solicitar seu visto para participar da Brazil Conference, na Universidade de Harvard e no MIT. A ativista e representante política, que tem seus documentos retificados e é oficialmente registrada como mulher no Brasil, reagiu com indignação, repudiando a atitude do país estrangeiro.

“Não me surpreende. Isso já está acontecendo nos documentos de pessoas trans nos EUA faz algumas semanas.” Em sua declaração nas redes sociais, Erika Hilton expressou sua revolta com a prática do governo americano, que desconsidera os documentos oficiais de outros países, ignorando o direito legítimo da pessoa trans à retificação de gênero em seus registros. A parlamentar enfatizou que seu nome e gênero foram corrigidos oficialmente, com todos os documentos de acordo com a legislação brasileira, e que a atitude dos EUA viola essa soberania.

A ação do governo dos Estados Unidos, ao classificar Erika Hilton com o gênero de seu nascimento, foi um reflexo da crescente onda de discriminação contra pessoas trans que tem se intensificado em várias partes do mundo. A parlamentar, que tem se destacado como defensora dos direitos humanos, também alertou que essa não é uma questão isolada, e que esse tipo de desrespeito poderia se expandir para outras áreas de direitos civis e políticas públicas.


A luta contra a discriminação: Erika Hilton repudia atitude dos EUA ao negar retificação de gênero

“O que me preocupa é um país estar ignorando documentos oficiais acerca da existência dos próprios cidadãos, e alterando-os conforme a narrativa e os desejos de retirada de direitos do Presidente da vez,” escreveu Hilton, expressando sua preocupação com a agenda política de ódio global que tenta negar direitos fundamentais a várias minorias, incluindo as pessoas trans.

A crítica de Erika Hilton se estende ao papel da embaixada dos EUA, que ela considera ter agido de maneira desrespeitosa, ignorando as leis do Brasil, que garantem o direito das pessoas trans de se verem reconhecidas como de fato são. A parlamentar também deixou claro que, apesar da discriminação e da ignorância de parte das autoridades estrangeiras, ela permanecerá firme na defesa de sua identidade e no combate às opressões.

"No fim do dia, sou uma cidadã brasileira, e tenho meus direitos garantidos e minha existência respeitada pela nossa própria constituição, legislação e jurisprudência," afirmou Hilton, deixando claro que, apesar das adversidades, ela se sentirá sempre acolhida e respeitada pela nação brasileira.

Em sua reflexão, Erika Hilton também fez um alerta: essa agenda de ódio e discriminação não se limita a questões trans, mas se estende a outras minorias. Para ela, o movimento de retirada de direitos é global, mas encontra resistência nos países que já têm vitórias em sua história de conquistas sociais, como o Brasil, que já derrotou essa agenda política de ódio no passado e continuará a derrotá-la quantas vezes for necessário.

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