Responsabilidade Social • 13:41h • 19 de fevereiro de 2026
Fevereiro Roxo e Laranja reforçam atenção a doenças crônicas e leucemia
Campanhas destacam diagnóstico precoce, combate ao estigma e importância do acompanhamento contínuo
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Dampress Assessoria | Foto: Arquivo/Âncora1
Passado o Carnaval e já na reta final de fevereiro, mês que neste ano tem 28 dias, duas campanhas de saúde seguem em evidência: o Fevereiro Roxo, dedicado à conscientização sobre lúpus, fibromialgia e mal de Alzheimer, e o Fevereiro Laranja, voltado à leucemia. As mobilizações buscam ampliar o debate público, incentivar o diagnóstico precoce e reforçar a importância do acesso ao tratamento adequado.
O Fevereiro Roxo chama a atenção para doenças crônicas e progressivas que, embora não tenham cura, podem ser controladas com acompanhamento médico regular e suporte multiprofissional. O lúpus é uma doença autoimune que pode comprometer diferentes órgãos. A fibromialgia é marcada por dor crônica generalizada e impacto significativo na qualidade de vida. Já o Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que afeta memória e funções cognitivas, com evolução progressiva.
A médica especializada em cuidados paliativos Samanta Gaertner Mariani afirma que a informação é ferramenta central no enfrentamento dessas condições. Segundo ela, o diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado contribuem para reduzir sintomas, preservar autonomia e melhorar a qualidade de vida do paciente.
No caso do Alzheimer e outras demências, a médica destaca que os cuidados paliativos devem ser incorporados desde as fases iniciais da doença. Ela explica que essa abordagem não se limita ao fim de vida, mas envolve controle de sintomas, suporte emocional, planejamento antecipado e apoio às famílias, com foco na dignidade e no bem-estar ao longo de toda a trajetória da enfermidade.
Já o Fevereiro Laranja concentra esforços na conscientização sobre a leucemia, tipo de câncer que afeta as células sanguíneas. A campanha orienta a população a ficar atenta a sinais como cansaço excessivo, infecções frequentes e sangramentos sem causa aparente, além de incentivar o cadastro como doador de medula óssea, que pode representar a única possibilidade de cura para muitos pacientes.
As campanhas também reforçam a importância da mobilização social. A ampliação do acesso à informação, a redução do estigma e a busca por atendimento diante de sintomas são medidas que podem influenciar diretamente no prognóstico.
Ao fim do mês, o alerta permanece: mesmo diante de doenças complexas e, em muitos casos, sem cura definitiva, o diagnóstico precoce, o tratamento contínuo e o cuidado humanizado são fatores determinantes para qualidade de vida e melhores desfechos clínicos.
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