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Responsabilidade Social • 13:39h • 27 de março de 2025

França quer apoio de bancos de desenvolvimento a alimentação saudável

País sedia cúpula Nutrition for Growth nesta semana

Agência Brasil | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O custo de uma dieta pobre e não saudável são gastos com sistemas de saúde em vários países, além de comprometimento da educação das pessoas e do desenvolvimento econômico.
O custo de uma dieta pobre e não saudável são gastos com sistemas de saúde em vários países, além de comprometimento da educação das pessoas e do desenvolvimento econômico.

O governo francês espera sensibilizar bancos públicos de desenvolvimento para que eles se comprometam financeiramente com a produção de alimentos que sejam saudáveis para a população e ambientalmente sustentáveis. A França coordena nesta semana a cúpula Nutrition for Growth, evento sobre nutrição adequada, que acontecerá em Paris entre hoje (27) e sexta-feira (28). A primeira edição do encontro ocorreu em 2013, em Londres, e ele é sediado a cada quatro anos pelos países que sediaram as últimas olimpíadas.

A organização da cúpula Nutrition for Growth estima que sejam necessários investimentos de 13 bilhões de dólares por ano para garantir segurança alimentar e dieta saudável para a população global.

O encontro reúne governos, sociedade civil e setor privado, tendo entre suas propostas garantir compromissos políticos e financeiros de Estados, empresas, organismos internacionais e organizações filantrópicas. Representantes governamentais de 76 países já confirmaram presença no evento de Paris, inclusive o Brasil, que será representado pela primeira-dama, Janja Lula da Silva.

O segundo evento foi realizado em Milão, em 2017, apesar de os Jogos de 2016 terem sido no Rio de Janeiro.

Na última edição, em Tóquio, em 2021, foram firmados 396 compromissos por 181 entidades. No total, foram garantidos investimentos de 27 bilhões de dólares em ações para proporcionar alimentação adequada para a população global. Mas faltaram compromissos de bancos públicos de desenvolvimento.

Um dos desafios deste ano, em Paris, é não apenas superar Tóquio, como também convencer bancos públicos de desenvolvimento, sejam eles nacionais, regionais ou internacionais, a investir nessas ações.

Algumas instituições já anunciaram que vão firmar compromissos nesse sentido, mas o valor total só será anunciado na sexta-feira (28), dia final da cúpula, que começa hoje (27).

A Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), instituição de desenvolvimento do governo da França, que deverá anunciar seus próprios investimentos, defende que essas instituições assumam um papel mais ativo no financiamento de políticas e na produção de alimentos saudáveis e mais sustentáveis. E que, inclusive, atuem juntos em alguns projetos.

"Os bancos de desenvolvimento são responsáveis por 10% dos investimentos globais. É uma quantia imensa", destaca a chefe do Departamento de Saúde e Proteção Social da AFD, Agnès Soucat. "Então a gente realmente espera que, juntos, eles canalizem montantes significantes para essa agenda [da nutrição adequada]".

Segundo ela, não é preciso investir muito mais do que já é investido por esses bancos atualmente na produção de alimentos. Basta, segundo ela, haver uma mudança no perfil desses desembolsos. Em vez de investir tudo no modelo clássico de produção de comida, que não é ambientalmente sustentável e não prioriza uma nutrição saudável e variada para as pessoas, seria importante direcionar esse dinheiro para iniciativas que promovam uma alimentação adequada e sustentável.

Ela cita como exemplo iniciativas que investem dinheiro em pequenas empresas que produzem alimentos saudáveis, em vez de companhias que produzem ultraprocessados.

"É preciso investir melhor. E também investir em uma agricultura mais sustentável. Tem uma população global que está crescendo e será preciso alimentar toda essa população", afirma a subchefe do Departamento de Agricultura da AFD, Sandra Rulliere.

Segundo as especialistas da agência francesa, a dieta global é rica em açúcar, o que gera uma série de problemas de saúde na população, como diabetes e outros problemas cardiovasculares. Entre os mais pobres, por exemplo, há deficiência no consumo de proteínas e de outros nutrientes essenciais, como o ferro.

O custo de uma dieta pobre e não saudável são gastos com sistemas de saúde em vários países, além de comprometimento da educação das pessoas e do desenvolvimento econômico.

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