Saúde • 10:53h • 20 de abril de 2026
Governo de SP intensifica vacinação contra a gripe no outono e convoca grupos prioritários
Campanha segue até 30 de maio; imunização é a principal forma de evitar casos graves
Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência SP | Foto: Arquivo Âncora1
Com a chegada do outono e o aumento na circulação de vírus respiratórios, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo reforça o alerta para a vacinação contra a gripe. A imunização é considerada a principal forma de evitar casos graves, reduzir internações e prevenir mortes, sobretudo entre os grupos mais vulneráveis.
A campanha de vacinação de 2026 teve início em 28 de março e segue até 30 de maio em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do estado. A vacina está disponível para idosos a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos e gestantes. Além desses, a estratégia também contempla outros grupos prioritários.
No estado de São Paulo, o público-alvo é de aproximadamente 18,8 milhões de pessoas. A meta é atingir 90% de cobertura vacinal entre crianças, gestantes e idosos.
A recomendação é que quem faz parte dos grupos prioritários e ainda não se vacinou procure uma unidade de saúde o quanto antes. Até a última atualização, mais de 2,5 milhões de doses já haviam sido aplicadas no estado.
A proteção ganha ainda mais importância neste período do ano, marcado pelo aumento de casos de síndrome gripal devido à maior circulação de vírus respiratórios.
Para esclarecer dúvidas, o Governo de São Paulo disponibiliza o portal Vacina 100 Dúvidas, com informações sobre eficácia, segurança e possíveis efeitos colaterais.
Entre os grupos prioritários estão:
crianças de 6 meses a menores de 6 anos; profissionais de saúde; gestantes; puérperas; professores do ensino básico e superior; povos indígenas; quilombolas; idosos com 60 anos ou mais; pessoas em situação de rua; profissionais das forças de segurança e salvamento; integrantes das Forças Armadas; pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais; pessoas com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores do transporte coletivo rodoviário urbano e de longa distância; trabalhadores dos Correios; trabalhadores portuários; população privada de liberdade, além de funcionários do sistema prisional e jovens em medidas socioeducativas.
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