Responsabilidade Social • 15:53h • 02 de agosto de 2025
Levar ou não levar? Especialistas orientam donos de pets antes das viagens
De plaquetas de identificação ao transporte em caixas apropriadas, planejamento é fundamental para levar animais com segurança em viagens
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Ecotur | Foto: Divulgação
As viagens de férias ou feriados prolongados costumam gerar dúvidas para quem tem um animal de estimação em casa. Levar ou não levar o pet? Ele ficará bem sozinho? Será melhor deixá-lo com um cuidador ou em um hotel especializado? Segundo especialistas, a escolha depende do perfil do animal e do planejamento prévio do tutor.
Para a editora da Revista Ecotour News, Vininha F. Carvalho, o ideal é manter o pet em casa com alguém de confiança, que possa manter a rotina e oferecer carinho. “Isso faz com que o animal se sinta mais seguro. Mas nem sempre essa opção é possível”, destaca. Em casos assim, alternativas como hotéis para pets, pet sitters ou pet walkers ganham espaço, principalmente quando o animal é sociável ou precisa de acompanhamento diário.
Caso o tutor opte por levar o animal, o carro costuma ser o transporte mais indicado, já que oferece liberdade e menos burocracia. No entanto, o animal precisa estar habituado ao automóvel. Treinos com trajetos curtos nas semanas anteriores à viagem ajudam na adaptação. E atenção: antes de pegar a estrada, o animal deve estar com as vacinas em dia, especialmente a antirrábica, e ser avaliado por um veterinário.
Planejamento e cuidados
Também é importante planejar pausas em viagens longas para oferecer água e permitir que o animal se exercite. Contudo, o excesso de água pode causar indisposição. A recomendação é evitar alimentar o pet nas três horas anteriores à partida e durante o trajeto, principalmente em viagens de até 12 horas, para prevenir enjoos e vômitos.
Outros cuidados essenciais incluem o uso de caixa de transporte adequada, com espaço suficiente para o animal ficar de pé e girar sobre si mesmo, além de manter uma temperatura agradável no interior do carro, com boa ventilação e proteção contra luz solar direta. Jamais se deve deixar o pet sozinho dentro do veículo, especialmente em dias quentes.
Viagem aérea
Para quem vai viajar de avião, é preciso redobrar a atenção: cada companhia possui suas regras. Em geral, não é recomendável o transporte de fêmeas prenhes, animais idosos ou com problemas respiratórios ou neurológicos. Raças braquicefálicas, como pug, buldogue e pequinês, geralmente não são aceitas no transporte aéreo.
A plaqueta de identificação é indispensável: deve conter nome, telefone e endereço do tutor, além do local onde a pessoa estará hospedada. Esses cuidados simples fazem toda a diferença para que o passeio seja seguro e tranquilo para humanos e animais.
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