Educação • 13:53h • 24 de setembro de 2026
Marília vai ganhar nova escola de tempo integral na próxima etapa de programa estadual
Primeira etapa da PPP Novas Escolas abre unidades em 15 cidades com capacidade para 16,9 mil estudantes; Presidente Prudente também está entre os municípios da próxima fase
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Secretaria da Educação de SP | Foto: Divulgação
O Estado de São Paulo concluiu a primeira etapa da PPP Novas Escolas com a entrega de 16 unidades de ensino em 15 municípios do interior. Todas funcionam pelo Programa de Ensino Integral (PEI), com jornada diária de nove horas, e têm capacidade conjunta para atender 16,9 mil estudantes dos ensinos Fundamental e Médio.
As escolas foram construídas em Aguaí, Araras, Atibaia, Itapetininga, Jardinópolis, Leme, Limeira, Lins, Olímpia, Ribeirão Preto, que recebeu duas unidades, Salto de Pirapora, São João da Boa Vista, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Sertãozinho.
O programa prevê 33 escolas em 29 municípios. As 17 restantes têm entrega prevista para 2027 e poderão receber cerca de 18 mil alunos. Entre as cidades contempladas na próxima etapa está Marília, além de Arujá, Bebedouro, Campinas, com quatro unidades, Carapicuíba, Diadema, Guarulhos, Itatiba, Peruíbe, Presidente Prudente, Rio Claro, Sorocaba, Suzano e Taquaritinga.
Novas escolas têm ginásio, auditório e espaços de inovação
As unidades seguem um novo projeto de infraestrutura da rede estadual. A estrutura inclui salas de aula e de recursos, quatro espaços de inovação, sala de leitura, ambientes para estudos individuais, auditório, refeitório, cozinha, pátio coberto e áreas de convivência.
Os prédios também contam com ginásio poliesportivo com arquibancada, sanitários e vestiários adaptados para pessoas com deficiência, centro de mídias e espaços destinados às equipes pedagógicas e aos serviços de apoio.
Na PPP, a iniciativa privada fica responsável pela construção e por serviços não pedagógicos, como manutenção, limpeza, alimentação e segurança. Currículo, materiais didáticos, contratação e formação de professores e toda a gestão pedagógica permanecem sob responsabilidade da Secretaria da Educação.
A previsão do Governo de São Paulo é investir R$ 2,1 bilhões ao longo dos 25 anos de concessão das 33 unidades. Atualmente, a rede estadual conta com quase 2,5 mil escolas de ensino integral.
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