Saúde • 08:41h • 26 de março de 2026
Março Azul: exames para rastrear câncer de intestino triplicam no SUS
O maior volume de pesquisas de sangue oculto nas fezes ocorreu em SP
Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência Brasil | Foto: Arquivo Âncora1
O número de exames para detecção precoce do câncer de intestino realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) triplicou na última década. Dados da campanha Março Azul mostram crescimento significativo tanto nos testes de sangue oculto nas fezes quanto nas colonoscopias.
Entre 2016 e 2025, os exames de sangue oculto passaram de cerca de 1,1 milhão para mais de 3,3 milhões — aumento de aproximadamente 190%. Já as colonoscopias cresceram de 261 mil para cerca de 640 mil no mesmo período, avanço de 145%.
Em 2025, São Paulo liderou o número de exames de sangue oculto nas fezes, seguido por Minas Gerais e Santa Catarina. Os menores volumes foram registrados no Amapá, Acre e Roraima.
Especialistas atribuem o aumento à ampliação das campanhas de conscientização e à mobilização de entidades médicas. A campanha Março Azul, por exemplo, tem incentivado a população a procurar exames preventivos e a não adiar o cuidado com a saúde.
Casos públicos de pessoas diagnosticadas com a doença também contribuíram para aumentar a busca por exames. Entre 2023 e 2025, houve crescimento tanto nos testes de rastreamento quanto nas colonoscopias, impulsionado pela maior visibilidade do tema.
A campanha Março Azul é promovida por entidades médicas e busca ampliar a prevenção e o diagnóstico precoce. Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), as mortes prematuras por câncer de intestino devem crescer até 2030, devido ao envelhecimento da população, aumento de casos entre jovens e baixa cobertura de exames.
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