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Economia • 12:31h • 03 de janeiro de 2026

Material escolar tem variação de até 276% nos preços, aponta Procon-SP

Levantamento identifica diferenças expressivas entre papelarias e magazines e reforça a importância da pesquisa de preços antes das compras

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Assessoria de Imprensa do Procon | Foto: Arquivo/Âncora1

Procon-SP aponta variação de quase 280% no preço de material escolar em 2026
Procon-SP aponta variação de quase 280% no preço de material escolar em 2026

A pesquisa anual de preços de material escolar realizada pelo Procon-SP revelou uma variação de até 276,92% no valor de um mesmo produto comercializado na capital paulista. O levantamento, feito em dezembro de 2025, mostra que comparar preços continua sendo decisivo para evitar impactos significativos no orçamento das famílias neste início de ano letivo.

A maior diferença identificada foi na caneta esferográfica Trilux, da Faber-Castell, vendida por R$ 4,90 em um estabelecimento e R$ 1,30 em outro. Embora se trate de um item de baixo valor unitário, o Procon alerta que, somados, esses pequenos preços fazem grande diferença no custo final da lista escolar.

Pesquisa analisou 134 itens em diferentes regiões da capital

O levantamento avaliou 134 produtos, entre eles cadernos, lápis, borrachas, canetas, colas, réguas, tesouras, papel sulfite e tintas. A coleta foi realizada nos dias 15 e 16 de dezembro, em nove estabelecimentos comerciais distribuídos pelas regiões norte, sul, leste, oeste e centro da cidade de São Paulo.

Os preços considerados foram os praticados à vista, pagos por cartão de crédito, com o objetivo de oferecer referências reais ao consumidor, incluindo valores mínimos, médios e máximos encontrados na amostra.

Comparação entre 2024 e 2025 mostra estabilidade média

Ao comparar 118 produtos comuns entre as pesquisas de 2024 e 2025, o Procon-SP identificou uma ligeira alta média de 0,14% nos preços. Alguns itens registraram aumento, como:

  • Cadernos: 7,86%
  • Tesoura sem ponta: 7,52%
  • Borracha: 4,03%
  • Lápis de cor: 4,76%
  • Régua plástica de 30 cm: 4,88%

Por outro lado, diversos produtos apresentaram queda de preços, o que ajudou a conter a média geral. Entre eles estão caneta esferográfica (-9,35%), apontador de lápis (-8,14%), caneta hidrográfica (-4,55%) e papel sulfite (-0,06%). No mesmo período, o IPCA acumulou alta de 4,46%, acima da variação observada nos materiais escolares.

Diferenças também aparecem no interior e litoral

Além da capital, os núcleos regionais do Procon-SP realizaram pesquisas em municípios do interior e litoral, incluindo Bauru, Campinas, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Sorocaba e Baixada Santista. Em todas as regiões, foram constatadas diferenças relevantes de preços entre os estabelecimentos visitados, reforçando que a prática de pesquisar valores é válida em todo o estado.

Orientações ajudam a reduzir gastos

O Procon-SP recomenda que, antes das compras, as famílias verifiquem quais itens da lista escolar ainda podem ser reaproveitados. A troca de livros didáticos entre alunos também é apontada como alternativa eficaz de economia.

Outra estratégia é a compra coletiva, já que alguns estabelecimentos oferecem descontos para aquisição em maior quantidade. O órgão também orienta o consumidor a observar se há preços diferentes conforme a forma de pagamento, como dinheiro, PIX, débito ou crédito.

O Procon reforça que as escolas não podem exigir materiais de uso coletivo, como produtos de escritório, higiene ou limpeza, conforme determina a Lei nº 12.886/2013. Veja o relatório completo da pesquisa aqui.

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