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Ciência e Tecnologia • 15:10h • 19 de agosto de 2025

Membrana brasileira acelera cicatrização após cirurgias oncológicas; conheça a tecnologia

Tecnologia nacional favorece regeneração de feridas, alivia a dor e reduz trocas de curativos em pacientes com câncer

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Souk Assessoria | Foto: Divulgação

Inovação no Brasil reduz trocas de curativos e acelera cicatrização
Inovação no Brasil reduz trocas de curativos e acelera cicatrização

O câncer é uma realidade para milhares de brasileiros todos os anos. Entre 2023 e 2025, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que cerca de 704 mil pessoas receberão diagnóstico da doença, com maior incidência para o câncer de pele não melanoma, de mama feminina e de próstata. Além do impacto físico e emocional do tratamento, muitos pacientes enfrentam feridas abertas após cirurgias oncológicas, que exigem cuidados complexos e prolongados.

Nesse cenário, uma inovação nacional tem contribuído de forma significativa para a recuperação dos pacientes. A Membracel, membrana regeneradora desenvolvida a partir da celulose cristalina produzida pela bactéria acetobacter xylinum, atua como um substituto temporário da pele, protegendo a lesão, favorecendo a cicatrização e proporcionando alívio imediato da dor.

De acordo com a enfermeira Andrezza Barreto, da Vuelo Pharma, o recurso melhora a qualidade de vida do paciente em um momento de grande fragilidade. “A membrana protege a ferida, mantém a umidade ideal, reduz o risco de infecções e ainda diminui a necessidade de trocas frequentes de curativo. Em vez de trocas diárias, pode permanecer de 5 a 12 dias no local, o que evita danos ao tecido em formação”, explica.


Membrana brasileira acelera cicatrização após cirurgias oncológicas | Imagem: Helen de Moraes A. de Souza

A criação da tecnologia nasceu de uma história pessoal. João Carlos Moreschi desenvolveu a membrana inspirado no tratamento das úlceras crônicas de sua mãe, que não respondiam às terapias convencionais. A partir de estudos em microbiologia, conseguiu chegar a uma solução prática e eficaz para acelerar a cicatrização, drenar secreções e proporcionar alívio significativo da dor.

Atóxica, inerte e hipoalergênica, a Membracel pode ser usada em diferentes situações clínicas, incluindo queimaduras de segundo grau, úlceras venosas e arteriais, áreas doadoras e receptoras de enxerto cutâneo, escoriações e feridas resultantes de tratamentos como crioterapia e laser. A única contraindicação é para casos de hemorragia ativa ou lesões malignas.

Para Andrezza, a tecnologia representa um avanço valioso na recuperação oncológica, mas também em outros tratamentos médicos. “Prevenir ainda é o caminho mais eficaz contra o câncer, mas quando ele já é uma realidade, cada recurso que melhora o tratamento e a recuperação do paciente é fundamental”, reforça.

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