Responsabilidade Social • 16:30h • 29 de novembro de 2025
Mix feeding, prebióticos e DHA: a ciência por trás da nutrição ideal para filhotes
Royal Canin destaca como alimentação individualizada impacta imunidade, crescimento e bem-estar desde os primeiros dias de vida
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Assessoria de Imprensa Inpress | Foto: Divulgação
A fase de crescimento é decisiva para a saúde ao longo da vida de cães e gatos. Nesse período, ossos, músculos, microbiota intestinal e imunidade passam por transformações intensas, e é justamente aí que a nutrição exerce seu papel mais estratégico. Para especialistas da ROYAL CANIN®, oferecer uma alimentação personalizada desde o nascimento prepara os filhotes para uma vida adulta mais equilibrada, saudável e resistente a doenças.
Segundo a Médica-Veterinária Ana Elisa Amaral, Coordenadora de Comunicação Científica da Royal Canin Brasil, filhotes têm necessidades nutricionais completamente diferentes das de animais adultos e devem receber dietas específicas, formuladas para atender energia, proteínas, vitaminas e minerais em níveis adequados. “Alimentos feitos sob medida para cada estágio de crescimento, aliados ao acompanhamento do Médico-Veterinário, refletem diretamente no desenvolvimento saudável”, afirma.
Fase a fase
Logo após o nascimento, o colostro é o primeiro alimento essencial ao fornecer anticorpos que fortalecem a imunidade, além de gorduras e proteínas indispensáveis ao início da vida. O leite materno mantém essa função até cerca da terceira ou quarta semana, quando o profissional pode indicar fórmulas específicas para suprir as demandas dessa fase inicial.
Entre 4 e 12 semanas, filhotes entram na chamada “janela de suscetibilidade”, em que a proteção materna diminui enquanto o sistema imunológico próprio ainda amadurece. Nessa etapa, soluções nutricionais com antioxidantes como vitaminas E e C, além de betacaroteno e betaglucanos, ajudam a proteger o organismo. A digestão também evolui ao longo do primeiro ano, e associações de prebióticos (MOS) e proteínas de alta digestibilidade favorecem o equilíbrio do microbioma intestinal. Dietas ricas em DHA ainda apoiam o desenvolvimento cognitivo e da retina.
No início do desmame, por volta da terceira ou quarta semana, texturas macias como mousse ou patê facilitam a transição para o alimento sólido. Croquetes reidratados com água morna também ajudam na aceitação. A variedade de consistências é fundamental para o aprendizado alimentar e reduz o risco de neofobia, que é a recusa a experimentar novas texturas no futuro.
Outro recurso importante é o mix feeding, a combinação de alimento seco e úmido. O alimento úmido contribui para hidratação, saúde urinária e menor densidade calórica, enquanto o seco estimula a mastigação e concentra nutrientes. Juntos, equilibram palatabilidade, valor nutricional e experiência alimentar.
Supervisão profissional
O acompanhamento veterinário é indispensável para adequar a dieta, acompanhar ganho de peso e orientar o momento ideal da mudança para alimento adulto. Nos cães, o porte define o ritmo de crescimento: miniatura e pequenos chegam à fase adulta por volta dos 10 meses, enquanto os gigantes podem levar até 24 meses. Já os gatos passam por dois estágios de desenvolvimento, incluindo adaptações importantes após a castração.
Com fórmulas desenvolvidas com base científica, a linha Filhotes da ROYAL CANIN® oferece um portfólio completo de versões secas e úmidas adaptadas ao porte, raça e fase de crescimento, garantindo suporte nutricional adequado para que cães e gatos cresçam de forma saudável, protegida e equilibrada.
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