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Saúde • 14:35h • 04 de abril de 2026

Novo remédio em comprimido para obesidade é aprovado nos EUA e pode mudar o tratamento

Fármaco da Eli Lilly promete perda de até 15% do peso e amplia disputa com medicamentos já consolidados

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Digital Trix | Foto: Arquivo/Âncora1

FDA aprova novo medicamento oral contra obesidade e acelera corrida do emagrecimento
FDA aprova novo medicamento oral contra obesidade e acelera corrida do emagrecimento

A aprovação de um novo medicamento oral para obesidade nos Estados Unidos marca uma mudança relevante no tratamento da doença e intensifica a disputa entre grandes farmacêuticas. A Food and Drug Administration (FDA) autorizou o uso do orforglipron, da Eli Lilly, que será comercializado como Foundayo, um comprimido de uso diário que atua no hormônio GLP-1, responsável pela regulação do apetite.

Nos estudos clínicos, o medicamento apresentou redução entre 12% e 15% do peso corporal em pacientes com sobrepeso e obesidade. A expectativa é que a nova terapia comece a ser disponibilizada ainda em abril no mercado norte-americano. No Brasil, não há previsão de chegada, já que o produto ainda dependerá de avaliação da Anvisa.

A aprovação coloca a Eli Lilly em concorrência direta com a dinamarquesa Novo Nordisk, responsável por medicamentos como Ozempic e Wegovy, amplamente utilizados no tratamento da obesidade, sobretudo em versões injetáveis. O avanço agora está nas formulações orais, que podem ampliar o acesso e a adesão dos pacientes.

Até então, os tratamentos mais eficazes dessa classe estavam concentrados em aplicações injetáveis. A chegada de comprimidos pode mudar o perfil de quem busca esse tipo de terapia, reduzindo barreiras relacionadas ao uso contínuo.

O crescimento dessas soluções ocorre em um cenário de avanço da obesidade. Dados apresentados no Congresso Internacional sobre Obesidade indicam que cerca de 48% dos brasileiros adultos vivem com obesidade, enquanto outros 27% podem estar com sobrepeso até 2044. A condição está associada a doenças como diabetes tipo 2 e problemas cardiovasculares.

Para a endocrinologista Alessandra Rascovski, o formato oral representa um avanço importante, mas não simplifica o tratamento. “O formato em comprimido facilita a adesão, mas não transforma a medicação em uma solução simples ou universal. É uma ferramenta potente que precisa ser utilizada com critério”, afirma.

Diferentemente de outras opções, o novo medicamento não exige restrições rígidas de horário ou jejum, o que pode contribuir para maior regularidade no uso. Ainda assim, os estudos apontam efeitos colaterais, principalmente gastrointestinais, como náuseas e vômitos.

Especialistas destacam que o avanço acompanha uma mudança mais ampla na medicina, que passa a tratar a obesidade como uma doença crônica e multifatorial. Nesse contexto, o uso de medicamentos ganha espaço, mas não substitui outras estratégias de cuidado.

“Estamos falando de uma classe que atua diretamente nos mecanismos de fome e saciedade. Isso traz resultados relevantes, mas exige acompanhamento médico e uma abordagem integrada. Não se trata apenas de perder peso, mas de preservar a saúde metabólica”, explica Rascovski.

A chegada do orforglipron sinaliza uma nova fase no tratamento da obesidade, com mais opções terapêuticas e maior alcance. Ao mesmo tempo, reforça a necessidade de informação qualificada diante de um mercado em rápida expansão.

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