Economia • 10:56h • 04 de maio de 2026
Novo salário mínimo paulista: veja as categorias profissionais que terão aumento
Novo valor é 15,6% maior que o piso nacional
Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência SP | Foto: Arquivo Âncora1
O governador Tarcísio de Freitas enviou nesta semana à Assembleia Legislativa do Estado (Alesp) um projeto de lei que propõe reajustar o salário mínimo paulista para R$ 1.874,36. A medida reforça a política de valorização do piso estadual em 2026, ampliando a diferença em relação ao salário mínimo nacional, atualmente em R$ 1.621. O novo valor deve beneficiar mais de 70 categorias profissionais.
Com a proposta, o mínimo paulista passa a ser 15,6% superior ao nacional, uma diferença de R$ 253, evidenciando o impacto da política estadual de proteção à renda.
Desde 2022, o piso estadual acumula alta de 46%, superando o crescimento nominal do salário mínimo nacional no mesmo período, que foi de 33,7%. O aumento também ficou acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 19,5%.
Entre as categorias contempladas estão trabalhadores domésticos, cuidadores de idosos e de pessoas com deficiência, serventes, trabalhadores agropecuários, pescadores, mensageiros, profissionais de limpeza e conservação, auxiliares de serviços gerais, empregados não especializados do comércio e da indústria, além de ocupações como garçons, motoboys, pedreiros, pintores, encanadores, cabeleireiros, manicures, vendedores, operadores de máquinas, técnicos, supervisores e diversos profissionais das áreas de serviços, indústria, comércio e comunicação.
Aviso legal
Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, integral ou parcial, do conteúdo textual e das imagens deste site. Para mais informações sobre licenciamento de conteúdo, entre em contato conosco.
Últimas Notícias
As mais lidas do mês
Política
Lula ou Flávio Bolsonaro? Veja onde consultar propostas, histórico e informações antes de votar
Programas de governo em PDF, registros do Senado, despesas federais e plataformas de checagem permitem comparar os candidatos à Presidência com informações oficiais e documentos públicos