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Ciência e Tecnologia • 11:35h • 26 de abril de 2026

O caminho até o seu braço: como uma vacina é testada antes de chegar à população

Semana Mundial da Imunização reforça importância da ciência por trás das vacinas e combate à desinformação

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | via Assessoria | Foto: Arquivo/Âncora1

Por que as vacinas são seguras? Entenda as etapas antes da aplicação
Por que as vacinas são seguras? Entenda as etapas antes da aplicação

Celebrada na última semana de abril, a Semana Mundial da Imunização reforça um tema que ganhou ainda mais visibilidade após a pandemia de Covid-19: a importância das vacinas e da confiança no processo científico que garante sua segurança. Mais do que proteger contra doenças, os imunizantes são resultado de etapas rigorosas de pesquisa e testes antes de chegarem à população.

Ao longo da história, as vacinas contribuíram para reduzir internações, diminuir custos em saúde e até erradicar doenças, como a poliomielite. O primeiro passo nesse caminho foi dado ainda no século XVIII, quando o médico inglês Edward Jenner desenvolveu a primeira vacina ao observar a imunidade de pessoas expostas à varíola bovina.

Hoje, o desenvolvimento de uma vacina segue protocolos muito mais avançados e controlados, com etapas bem definidas antes da liberação para uso em larga escala.

Do laboratório aos testes em humanos

O processo começa na fase pré-clínica, quando a vacina é testada em laboratório e em animais para avaliar segurança inicial e resposta imunológica. Só após essa etapa os estudos avançam para testes em humanos.

Na fase 1, um pequeno grupo de voluntários recebe o imunizante para avaliação inicial de segurança. Na fase 2, o número de participantes aumenta, permitindo observar melhor a resposta do organismo e possíveis efeitos colaterais. Já na fase 3, milhares de pessoas participam dos testes, comparando os resultados entre quem recebeu a vacina e quem recebeu placebo.

Esse conjunto de etapas permite identificar não apenas a eficácia, mas também a segurança do imunizante em diferentes perfis de população.

Rigor científico e segurança

Segundo Fernando de Rezende Francisco, gerente executivo da Associação Brasileira de Organizações Representativas de Pesquisa Clínica (ABRACRO), os testes clínicos são fundamentais para garantir que as vacinas sejam seguras antes de chegarem ao público.

“O processo de pesquisa envolve seleção criteriosa de participantes e análise detalhada dos resultados, o que permite comprovar a eficácia e reduzir riscos à saúde pública”, explica.

Após a aprovação, o monitoramento continua mesmo com a vacina em uso, permitindo identificar eventos raros e manter o controle sobre sua segurança.

Combate à desinformação

Apesar do rigor científico, dúvidas sobre a segurança das vacinas ainda persistem. Especialistas destacam que, quando um imunizante é disponibilizado, ele já passou por múltiplas etapas de validação, o que reduz significativamente o risco de efeitos adversos inesperados.

A Semana Mundial da Imunização surge justamente como um momento de reforçar informação de qualidade e ampliar a confiança da população em uma das principais ferramentas de prevenção em saúde.

Mais do que um avanço científico, a vacina representa um esforço coletivo que envolve pesquisa, testes e monitoramento contínuo para proteger milhões de pessoas em todo o mundo.

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