• Bets perdem fluxo de R$ 600 milhões por dia e ainda têm R$ 1,45 bilhão de apostadores
  • El Niño ganha força e tem 95% de chance de atingir nível “muito forte” nos próximos meses
  • Dia das Crianças 2026: antes de comprar um brinquedo, confira estes sinais que podem indicar risco
Novidades e destaques Novidades e destaques

Gastronomia & Turismo • 17:15h • 03 de outubro de 2026

O inglês você já conhece, mas e os costumes? 5 hábitos que surpreendem turistas brasileiros

Gorjetas, pontualidade, formas de tratamento e até tirar os sapatos antes de entrar em casa estão entre hábitos que mudam de um destino para outro

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | via Assessoria | Foto: Arquivo/Âncora1

EUA, Canadá, Austrália e Reino Unido: 5 diferenças culturais para conhecer antes da viagem
EUA, Canadá, Austrália e Reino Unido: 5 diferenças culturais para conhecer antes da viagem

Falar inglês pode resolver boa parte da comunicação durante uma viagem internacional, mas conhecer o idioma não significa necessariamente conhecer os costumes de quem vive no destino. Estados Unidos, Austrália, Canadá e Reino Unido compartilham a língua inglesa, mas apresentam diferenças de comportamento que podem surpreender brasileiros, desde a importância da gorjeta até a maneira de tratar outras pessoas, chegar a compromissos ou entrar na casa de alguém.

São códigos sociais que aparecem em situações corriqueiras e nem sempre estão escritos em placas ou guias turísticos. Observar como moradores se comportam e conhecer previamente alguns desses hábitos pode ajudar o viajante a interpretar melhor o ambiente e evitar situações desconfortáveis.

“Aprender uma língua é também entender como as pessoas que a falam se relacionam, se comunicam e vivem. Pequenos hábitos podem fazer diferença na experiência de quem está viajando, principalmente quando o visitante sabe o que esperar e consegue se adaptar ao contexto”, explica Leiza Oliveira, CEO da Minds Idiomas.

A especialista destaca cinco situações que exemplificam como os costumes podem variar até mesmo entre países que têm o inglês como idioma predominante.

1. Nos Estados Unidos, observe como as pessoas preferem ser chamadas

Em escolas e universidades norte-americanas, é comum que estudantes se dirijam aos professores pelo sobrenome, acompanhado de formas de tratamento como “Mr.”, “Ms.” ou “Mrs.”. Fora desses ambientes, porém, o primeiro nome aparece com frequência em relações sociais e profissionais e pode indicar uma interação mais informal.

Para o brasileiro, que pode encontrar diferentes graus de formalidade ao longo da viagem, uma saída é observar como a própria pessoa se apresenta e como os demais se dirigem a ela antes de escolher a forma de tratamento.

2. Nos Estados Unidos, a gorjeta tem um peso maior

A gorjeta está incorporada a diferentes situações de atendimento nos Estados Unidos, especialmente em restaurantes, bares e outros serviços. A dinâmica é diferente daquela encontrada no Brasil, onde a taxa de serviço costuma aparecer de maneira mais padronizada.

Isso faz com que o viajante precise prestar atenção ao funcionamento do estabelecimento e às expectativas locais. Segundo Leiza, são justamente essas “regras não escritas” que podem provocar dúvidas entre turistas que chegam ao país sem conhecer determinados costumes.

3. Na Austrália, a lógica da gorjeta muda

Cruzar o Pacífico significa encontrar outro comportamento, mesmo continuando em um país de língua inglesa. Na Austrália, deixar um valor adicional pelo atendimento não tem o mesmo caráter esperado descrito para os Estados Unidos.

Em geral, a decisão fica a critério do cliente, especialmente quando considera que recebeu um bom atendimento. A diferença mostra por que nem todo costume aprendido em um país deve ser automaticamente reproduzido em outro apenas porque ambos compartilham o mesmo idioma.

4. No Canadá, os sapatos podem ficar na porta

Quem for recebido na casa de um canadense poderá encontrar outro hábito pouco usual para muitos brasileiros. É comum que moradores retirem os sapatos antes de entrar, principalmente durante os meses mais frios, quando neve, chuva e sujeira podem ser carregadas para o interior das residências.

O comportamento pode variar conforme a família e a região. Por isso, observar o que os anfitriões fazem ao chegar é uma maneira simples de entender qual é o costume daquela casa.

5. No Reino Unido, chegar no horário demonstra consideração

A pontualidade merece atenção em viagens ao Reino Unido. Chegar no horário combinado é uma expectativa em diferentes situações, incluindo compromissos, encontros, reservas e passeios.

Para o turista, chegar alguns minutos antes pode ainda evitar consequências bastante concretas, como perder um transporte, uma atração com entrada marcada ou uma reserva.

“Quando conhecemos previamente essas expectativas, fica mais fácil adaptar o nosso comportamento sem perder a naturalidade. É uma questão de observar o contexto e entender como determinadas atitudes são interpretadas naquele lugar”, explica Leiza.

Mais do que decorar regras, conhecer essas diferenças ajuda a perceber que falar a mesma língua não significa compartilhar exatamente os mesmos costumes. Estados Unidos, Austrália, Canadá e Reino Unido mostram como hábitos cotidianos também fazem parte da experiência cultural de uma viagem.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Cultura e Entretenimento • 16:42h • 03 de outubro de 2026

FEMA reúne projetos de estudantes e professores em seminário aberto à comunidade em Assis

Evento será realizado nos dias 13 e 14 de outubro e terá mostra de trabalhos que aproximam a formação acadêmica das demandas da sociedade

Descrição da imagem

Economia • 15:01h • 03 de outubro de 2026

Mesários das Eleições 2026 receberão auxílio-alimentação diretamente pelo Pix

Banco do Brasil fechou acordos com os TREs de todo o país para processar pagamentos de aproximadamente 2,3 milhões de colaboradores da Justiça Eleitoral

Descrição da imagem

Mundo • 14:28h • 03 de outubro de 2026

Como as bets entraram no Brasil: estudo aponta lobby estrangeiro, “jabutis” e anos sem regulamentação

Pesquisa da PUC Minas reconstrói trajetória das apostas online desde a atuação de sites estrangeiros até a legalização em 2018, período sem regulação e posterior proibição em 2026

Descrição da imagem

Economia • 13:14h • 03 de outubro de 2026

Bets perdem fluxo de R$ 600 milhões por dia e ainda têm R$ 1,45 bilhão de apostadores

Saldo mantido nas plataformas caiu 31% após proibição; usuários têm até segunda-feira, 5 de outubro, para solicitar o saque diretamente pelos sites e aplicativos

Descrição da imagem

Gastronomia & Turismo • 12:11h • 03 de outubro de 2026

Justiça proíbe cláusulas da 99Food que impediam restaurantes de trabalhar também com a Keeta

Decisão unânime do TJ-SP tem alcance nacional e é vista pela Abrasel como avanço para ampliar a concorrência entre plataformas de delivery

Descrição da imagem

Variedades • 11:23h • 03 de outubro de 2026

El Niño ganha força e tem 95% de chance de atingir nível “muito forte” nos próximos meses

Painel do Inpe aponta 95% de probabilidade para intensidade elevada entre outubro e dezembro, com temperaturas acima da média em grande parte do Brasil

Descrição da imagem

Política • 10:49h • 03 de outubro de 2026

EUA e Austrália suspendem serviços consulares no Brasil às vésperas das eleições

Representações alegam preocupações com segurança sem detalhar ameaças específicas; governo australiano cita risco global de terrorismo e recomenda maior cautela no país

Descrição da imagem

Economia • 10:08h • 03 de outubro de 2026

Dia das Crianças 2026: antes de comprar um brinquedo, confira estes sinais que podem indicar risco

Procon-SP alerta para falsificações, selo do Inmetro e peças inadequadas para cada idade; nas compras pela internet, prazo de entrega e procedência também exigem atenção