Variedades • 20:40h • 01 de abril de 2026
O que considerar antes de investir em uma joia duradoura
Especialistas apontam que peças deixam de ser apenas acessório e passam a refletir identidade, memória e rotina
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Art Press | Foto: Divulgação
A forma de escolher joias tem mudado ao longo dos anos, deixando de estar associada apenas a ocasiões especiais e passando a refletir estilo de vida, identidade e significado pessoal. A tendência atual indica uma valorização de peças que acompanham o dia a dia e mantêm relevância ao longo do tempo.
Mais do que valor material ou apelo estético imediato, a escolha de uma joia tem sido guiada pela identificação com quem a utiliza. Esse movimento também aparece no posicionamento de marcas brasileiras que buscam espaço no mercado internacional, como a Art’G, joalheria com mais de 40 anos de atuação sob direção do designer Márcio Granatowicz, finalista de premiação internacional do setor.
A mudança de comportamento altera também os critérios de escolha. Em vez de priorizar tendências ou ocasiões específicas, cresce a busca por peças versáteis, duráveis e que façam sentido na rotina.
Anel Buquê considerado o Oscar da Joelheira mundial | Foto: Art’G/Arquivo
Entre as principais orientações destacadas por especialistas, está a importância de escolher joias que realmente sejam utilizadas no cotidiano, evitando aquisições motivadas apenas pela estética. A repetição de uso, nesse contexto, passa a ser vista como construção de identidade, e não como limitação de repertório.
Valorização de combinações pessoais
Misturar peças antigas e novas, herdadas ou adquiridas, cria uma narrativa individual e reforça o significado das joias ao longo do tempo.
Há também uma mudança estética em curso, com maior espaço para designs mais discretos, texturas suaves e acabamentos menos chamativos, que privilegiam a elegância sem excesso de brilho.
Ouro veludo no Brinco Buquê que é artesanal | Foto: Art’G/Arquivo
Especialistas destacam ainda que joias podem acompanhar diferentes fases da vida, tornando-se símbolos de experiências e memórias. Por isso, a escolha tende a ser mais consciente, considerando não apenas o momento da compra, mas o uso contínuo.
A recomendação é que a decisão seja feita com tempo e alinhamento ao estilo pessoal, priorizando peças que mantenham sentido ao longo dos anos.
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