Responsabilidade Social • 14:44h • 18 de abril de 2026
Pesquisa mostra que mulheres adotam mais pets e enfrentam mais desafios
Pesquisa aponta aumento nas dificuldades de adaptação e nos custos com saúde dos animais em 2026
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | via Assessoria | Foto: Divulgação
As mulheres seguem como principais responsáveis pela adoção de pets no Brasil, mas também enfrentam desafios cada vez maiores após a chegada dos animais em casa. É o que revela uma pesquisa da GoldeN, realizada em parceria com o Opinion Box, que mostra não apenas a liderança feminina na causa animal, mas também o aumento das dificuldades práticas e financeiras na rotina de quem adota.
De acordo com o levantamento, 68% das mulheres já adotaram um pet, contra 55% dos homens. Além disso, elas continuam à frente no resgate de animais em situação de abandono, reforçando o protagonismo feminino na proteção animal.
Trajetória e desafios após a adoção
Apesar da liderança, a pesquisa indica que as preocupações das mulheres vão além da decisão de adotar. O principal desafio apontado por elas é a adaptação e o bem-estar do animal, com 48% citando problemas de comportamento como dificuldade. Entre os homens, a maior preocupação está relacionada ao impacto financeiro, citado por 51%.
Em comparação com 2025, houve aumento nas dificuldades relatadas. O receio com a adaptação do pet cresceu 5 pontos percentuais entre as mulheres, enquanto os custos inesperados com saúde subiram 7%, indicando maior peso da responsabilidade no cuidado com os animais.
Outro ponto destacado é a percepção sobre preconceito contra animais sem raça definida. Entre as mulheres, 65% reconhecem esse estigma, número superior ao registrado entre os homens. Para enfrentar o problema, 62% delas apontam a educação sobre posse responsável como principal caminho para reduzir o abandono.
Como está a situação no Brasil
Os dados também mostram que a adoção de pets no país ocorre, principalmente, por meio de redes informais e resgates diretos. Cerca de 80% dos animais adotados foram retirados das ruas (34%) ou vieram por meio de amigos e conhecidos (46%). Já abrigos e ONGs representam uma parcela menor, com 9% das adoções cada.
O cenário reforça que a adoção no Brasil está fortemente ligada ao vínculo afetivo e à iniciativa individual, ao mesmo tempo em que evidencia a necessidade de maior suporte e orientação para os tutores.
A pesquisa aponta que, além do crescimento da adoção, há uma demanda crescente por informação e apoio, especialmente para lidar com comportamento, saúde e adaptação dos animais no ambiente doméstico.
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