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Mundo • 11:01h • 13 de abril de 2025

Petição contra decreto sobre cidadania italiana atinge 102 mil assinaturas

Movimento ganha apoio internacional, com destaque para o Brasil, e gera repercussão global contra mudanças no direito à cidadania

Da Redação | Com informações do Change Org | Foto: Divulgação

Campanha contra decreto da cidadania italiana mobiliza assinaturas no Brasil e no mundo
Campanha contra decreto da cidadania italiana mobiliza assinaturas no Brasil e no mundo

Uma petição online na plataforma Change.org que se opõe ao decreto do governo italiano, que restringe o reconhecimento da cidadania italiana a filhos e netos de italianos, alcançou mais de 102 mil assinaturas em apoio. O abaixo-assinado, que recebeu adesões de pessoas em 120 países, tem como principal objetivo reverter as mudanças impostas pelo governo italiano, que considera um "retrocesso histórico".

Liderada por uma brasileira residente na Itália, a petição rapidamente ganhou proporções internacionais, com o Brasil respondendo por 58.151 assinaturas, ou 57% do total. O apoio global é visível, com contribuições significativas também da Itália (15.328 assinaturas), Argentina (13.191) e Estados Unidos (4.352). A campanha tem sido amplamente compartilhada, refletindo a força do movimento nas comunidades de descendentes de italianos ao redor do mundo. A petição está disponível em: change.org/SiamoItaliani.

De acordo com Monica Souza, Diretora Executiva da Change.org Brasil, a mobilização mostra o poder dos abaixo-assinados digitais e o alcance dessa ferramenta. “Uma brasileira que vive na Itália usou a plataforma para expressar seu descontentamento, e milhares de pessoas de todos os continentes se uniram à causa”, afirmou Souza.

O decreto, que foi assinado por Antonio Tajani, Ministro das Relações Exteriores da Itália, reduz os direitos de cidadania para os descendentes de italianos ao restringir o reconhecimento da nacionalidade italiana apenas a filhos e netos. Para muitos, essa medida é vista como uma traição à longa história de emigração italiana e a contribuição dos seus descendentes para a preservação da cultura e identidade italiana no exterior.

O apoio global à petição reflete o impacto profundo da decisão em diversos países, como Argentina, Portugal, Espanha e Reino Unido, cujas comunidades descendentes de italianos têm sido as mais afetadas pelas novas restrições. A campanha argumenta que o decreto prejudica um legado de gerações que mantiveram vivos os laços com a cultura italiana e questiona o direito do governo italiano de limitar o reconhecimento desses cidadãos.

A Itália, por sua vez, nega que o decreto interfira no direito de sangue, como explica o Ministro Antonio Tajani. O governo informou que o aumento de cidadãos italianos concedidos em 2024 já mostra o crescimento do processo de cidadania, e que o direito de muitas outras pessoas à nacionalidade italiana não será retirado. O decreto, que entrou em vigor em 28 de março, precisa ser aprovado pelo Parlamento italiano para se tornar permanente. A primeira-ministra Giorgia Meloni possui maioria tanto na Câmara quanto no Senado, o que coloca a questão em um caminho de alta probabilidade de aprovação.

O impacto da mudança nas leis de cidadania italiana ainda está sendo discutido, e o movimento contra o decreto segue crescendo, com a expectativa de mais adesões e reações políticas nos próximos dias. A petição continua a reunir apoios, refletindo a força da diáspora italiana no mundo e a mobilização por um direito que, para muitos, é parte fundamental de sua identidade e história.

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