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Economia • 15:37h • 08 de agosto de 2025

Pix ganha impulso em locais visitados por brasileiros no exterior

Soluções tecnológicas viabilizam modelo de pagamento fora do país

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência Brasil | Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O modelo, criado pelo Banco Central e implantado em 2020 no Brasil, está se disseminando rapidamente em outros países por meio de soluções oferecidas por empresas privadas, especialmente as chamadas fintechs, instituições especializadas em serviços financeiros e tecnologia.
O modelo, criado pelo Banco Central e implantado em 2020 no Brasil, está se disseminando rapidamente em outros países por meio de soluções oferecidas por empresas privadas, especialmente as chamadas fintechs, instituições especializadas em serviços financeiros e tecnologia.

Durante as férias de julho, a dentista Tuanny Noronha, de Brasília, usou o Pix para pagar compras no Paraguai e refeições na Argentina. Embora o sistema não permita transferências internacionais diretas, ele já funciona fora do Brasil graças a parcerias entre fintechs e empresas de pagamento.

No exterior, o cliente escaneia um QR Code gerado em moeda local, e o valor é convertido automaticamente para real, com IOF embutido. A taxa de câmbio é garantida no momento do pagamento, diferente do cartão de crédito.

Esse serviço intermediado por empresas como a PagBrasil tem viabilizado o uso do Pix em países como Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Portugal, França e até nos Estados Unidos. Na prática, o usuário faz um Pix para uma conta no Brasil, e uma empresa faz a remessa internacional ao comerciante local.

Além disso, brasileiros usam o Pix para abastecer contas multimoeda em aplicativos, facilitando gastos em euro, dólar e outras moedas sem recorrer a casas de câmbio. A jornalista Verônica Soares, por exemplo, converteu reais em euros via app durante viagem à França.

O CEO da PagBrasil, Alex Hoffmann, diz que a ideia surgiu ao notar a presença de muitos brasileiros em Punta del Este. Hoje, grandes lojistas em países como EUA e Espanha já oferecem pagamento via Pix.

O Banco Central confirma que o Pix tem sido adotado em outros países, ainda que só em parte da operação. Há estudos para conectá-lo ao sistema internacional Nexus, mas por enquanto não há previsão de um Pix totalmente global.

Com mais de 160 milhões de usuários no Brasil, o Pix já representa quase metade das transações financeiras no país e segue se expandindo no exterior. Para Hoffmann, trata-se de um sistema "imparável" pela sua praticidade e versatilidade.

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