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Responsabilidade Social • 11:19h • 26 de outubro de 2024

Planeta pode aquecer 3,1ºC a 3,6ºC com emissões de gases

Estudo foi publicado nesta quinta pela ONU

Da Redação com informações da Agência Brasil | Foto: Polícia Federal/MS

O estudo aponta ainda que os compromissos assumidos pelos signatários do Acordo Paris, em suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) para 2030, não estão sendo cumpridos.
O estudo aponta ainda que os compromissos assumidos pelos signatários do Acordo Paris, em suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) para 2030, não estão sendo cumpridos.

Ainda é possível limitar o aquecimento global a 1,5°C, mas, para isso, os países precisam reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 42% até 2030 e em 57% até 2035. Essa conclusão é do Relatório sobre Lacuna de Emissões 2024, divulgado na última quinta-feira (24) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

Segundo o relatório, as políticas atuais indicam que o aquecimento global poderá chegar a 3,1°C até o final do século, com uma probabilidade de 66%, e existe ainda uma chance de 10% de que possa ultrapassar 3,6°C.

O estudo também aponta que os compromissos firmados no Acordo de Paris, incluídos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) até 2030, estão sendo descumpridos. Além disso, mesmo se fossem cumpridos, não seriam suficientes para manter o aumento de temperatura em 1,5°C acima dos níveis pré-industriais.

Caso todas as NDCs fossem rigorosamente implementadas até 2030, a elevação da temperatura ainda chegaria a 2,6°C, incluindo metas obrigatórias e aquelas condicionadas a financiamento internacional. Somente com as metas incondicionais, o aumento previsto é de 2,8°C, enquanto as políticas atuais conduzem a um aumento de 3,1°C.

Para o secretário-geral da ONU, António Guterres, é urgente agir agora, especialmente nas próximas negociações, entre 11 e 22 de novembro, na COP29. “Estamos sem tempo. Fechar a lacuna de emissões significa reduzir a diferença entre a ambição, a implementação e o financiamento”, enfatizou.

O prazo final para a atualização das NDCs é fevereiro de 2025, antes da COP30, que será realizada em Belém do Pará, Brasil. Com 2019 como novo ano de referência para emissões, limitar o aquecimento a menos de 2°C exigiria cortes de 28% até 2030 e 37% até 2035. Entretanto, atrasos nas ações necessárias já têm gerado consequências, como o recorde de 57,1 gigatoneladas de gás carbônico equivalente em 2023.

“As emissões em alta estão diretamente ligadas ao aumento dos desastres climáticos em frequência e intensidade. Em todo o mundo, as pessoas estão pagando um preço alto. Emissões recordes geram temperaturas marinhas recordes, que intensificam furacões; o calor extremo transforma florestas em barris de pólvora e cidades em saunas; chuvas intensas causam enchentes devastadoras”, alerta Guterres.

O relatório também apresenta possíveis soluções, como a redução de 27% nas emissões até 2030 e 38% até 2035 com o aumento do uso de energia solar e eólica. Melhorar a gestão de florestas, com menos desmatamento e mais reflorestamento, pode reduzir as emissões em 19% até 2030 e 20% até 2035, de acordo com os pesquisadores.

Os investimentos necessários para alcançar emissões líquidas zero até 2050 também foram estimados. O relatório aponta que seriam necessários de US$ 0,9 a 2,1 trilhões por ano, entre 2021 e 2050, valor que, embora significativo, é viável dentro do contexto da economia global e dos mercados financeiros, que somam quase US$ 110 trilhões.

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