• Déjà-vu: por que o cérebro faz você sentir que já viveu uma situação que nunca aconteceu?
  • Expedição encontra sapo de apenas 2 centímetros e possíveis novas espécies na Amazônia
  • Feira do Empreendedor terá microcrédito de até R$ 21 mil e serviços gratuitos em São Paulo
  • Fez uma biópsia? Entenda o que acontece com o material coletado até chegar ao diagnóstico
  • FEMA promove congresso de saúde com três dias de palestras e workshops em Assis
Novidades e destaques Novidades e destaques

Mundo • 12:35h • 05 de julho de 2026

Proporção de crianças com celular cai; segurança é motivo mais citado

Faixa etária de 10 a 13 anos é a única que registrou recuo em 2025

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência Brasil | Foto: Arquivo Âncora1

A principal explicação para essa queda pode estar entre aqueles que ainda não têm celular. O motivo mais alegado foi a preocupação com privacidade e segurança, indicada por 32% dos responsáveis, 7,8 pontos percentuais a mais do que em 2024. A série histórica mostra ainda que essa proporção quase dobrou desde 2022.
A principal explicação para essa queda pode estar entre aqueles que ainda não têm celular. O motivo mais alegado foi a preocupação com privacidade e segurança, indicada por 32% dos responsáveis, 7,8 pontos percentuais a mais do que em 2024. A série histórica mostra ainda que essa proporção quase dobrou desde 2022.

A preocupação com privacidade e segurança passou a ser o principal motivo para que pais e responsáveis deixem de dar telefone celular a crianças e adolescentes. É o que revela o módulo de Tecnologia da Informação e Comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2025, a proporção de crianças de 10 a 13 anos com celular caiu pela primeira vez desde o início da série histórica, em 2016. No ano passado, 55,2% dos brasileiros dessa faixa etária possuíam o aparelho, uma redução de 1,5 ponto percentual em relação a 2024.

Entre as crianças que ainda não têm celular, a principal justificativa apresentada pelos responsáveis foi a preocupação com privacidade e segurança, citada por 32% dos entrevistados, um aumento de 7,8 pontos percentuais em comparação ao ano anterior. Desde 2022, esse percentual praticamente dobrou.

Há três anos, o cenário era diferente. Na época, o principal motivo para não fornecer um celular às crianças era o alto custo do aparelho, seguido da falta de necessidade e do fato de elas utilizarem o telefone de outra pessoa. A preocupação com segurança aparecia apenas na quarta colocação.

Segundo o analista do IBGE Gustavo Fontes, a faixa de 10 a 13 anos foi a única que apresentou redução na posse de celulares em 2025. Nas demais idades, o uso continuou crescendo e atingiu 89,8% da população.

De acordo com o pesquisador, o aumento da preocupação com a exposição de crianças nas redes sociais e as restrições ao uso de celulares nas escolas podem ter contribuído para esse comportamento.

A pesquisa também identificou uma pequena queda no acesso à internet entre crianças de 10 a 13 anos, independentemente do dispositivo utilizado. O índice passou de 84,9% para 84,4%. Entre aquelas que permanecem desconectadas, a principal justificativa continua sendo a falta de necessidade, enquanto a preocupação com privacidade e segurança aparece como o segundo motivo mais citado.

Esse foi o único grupo etário que registrou redução no acesso à internet. Entre os adolescentes de 14 a 19 anos, houve estabilidade, enquanto, na população em geral, o percentual de usuários da internet aumentou de 89,2% para 90,5%.

Uso da tecnologia cresce entre idosos

Outro destaque do levantamento é o avanço da inclusão digital entre a população com 60 anos ou mais. Em 2025, 74,5% dos idosos utilizavam a internet, alta de 4,4 pontos percentuais em relação ao ano anterior e de mais de 29 pontos percentuais na comparação com 2019.

A posse de celulares também aumentou nesse grupo, passando de 78,3% em 2024 para 80,3% em 2025.

Diferentemente do que ocorre entre as crianças, o principal motivo apontado pelos idosos que ainda não utilizam internet ou celular é a dificuldade de usar essas tecnologias.

Para Gustavo Fontes, a crescente digitalização dos serviços tem incentivado a inclusão desse público. Segundo ele, cada vez mais atividades do dia a dia dependem da internet, o que estimula os idosos a aprenderem a utilizar ferramentas digitais.

O levantamento confirma essa tendência. Em 2025, 74,2% dos usuários acessaram bancos ou instituições financeiras pela internet, um crescimento de 14,4 pontos percentuais em relação a 2022. O uso da rede para acessar serviços públicos também aumentou, passando de 33,2% para 41,1% no mesmo período.

Pela primeira vez, mais da metade dos brasileiros conectados afirmou realizar compras ou contratar serviços pela internet. O percentual subiu de 47,9% para 52,7%.

Entre as atividades mais frequentes na rede, lideram as chamadas de voz e vídeo, utilizadas por 95,3% dos internautas. Em seguida aparecem o envio de mensagens de texto, voz e imagens por aplicativos, citado por 90,2%, e o consumo de vídeos, filmes, séries e programas online, hábito de 89,3% dos usuários da internet.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Variedades • 18:22h • 18 de outubro de 2026

Déjà-vu: por que o cérebro faz você sentir que já viveu uma situação que nunca aconteceu?

Sensação de familiaridade com momentos inéditos já foi experimentada por cerca de 74% das pessoas saudáveis; especialista explica quando o fenômeno merece atenção

Descrição da imagem

Variedades • 17:10h • 18 de outubro de 2026

O que acontece quando um jornalista decide ficar uma semana longe do barulho do mundo?

Em plena disputa eleitoral de 2026, decidi passar uma semana sem acessar minhas redes sociais pessoais, acompanhar a televisão aberta ou consumir notícias políticas

Descrição da imagem

Esporte • 16:16h • 18 de outubro de 2026

Brasil disputará Mundial de vôlei em país onde uma partida universitária reuniu 92 mil torcedores

Competição feminina reunirá 32 seleções nos Estados Unidos e no Canadá, com três vagas olímpicas em disputa; modelo universitário americano se destaca pela formação de atletas

Descrição da imagem

Ciência e Tecnologia • 15:42h • 18 de outubro de 2026

Expedição encontra sapo de apenas 2 centímetros e possíveis novas espécies na Amazônia

Pesquisadores exploraram a serra do Aracá, no Amazonas, durante 19 dias e identificaram lagartos, cobras e anfíbios que podem representar novas descobertas científicas

Descrição da imagem

Cultura e Entretenimento • 14:35h • 18 de outubro de 2026

Feira do Empreendedor terá microcrédito de até R$ 21 mil e serviços gratuitos em São Paulo

Evento acontece de 19 a 22 de outubro, na capital paulista, com orientações sobre financiamento, qualificação profissional, formalização de artesãos e oportunidades de emprego

Descrição da imagem

Mundo • 14:04h • 18 de outubro de 2026

Mais descanso, novas contratações e custos maiores: o que muda com o fim da escala 6x1

Mudança promulgada pelo Congresso reduz jornada de 44 para 40 horas semanais, garante dois dias de descanso remunerado e exige adaptação de setores que dependem de funcionamento contínuo

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 13:23h • 18 de outubro de 2026

Startup cria 35 mil endereços digitais em comunidades brasileiras e disputa prêmio nacional de inovação social

Tecnologia desenvolvida pela naPorta já alcançou 100 comunidades em sete estados e busca facilitar entregas e acesso a serviços; vencedores serão anunciados em novembro

Descrição da imagem

Ciência e Tecnologia • 13:01h • 18 de outubro de 2026

Fez uma biópsia? Entenda o que acontece com o material coletado até chegar ao diagnóstico

Médico patologista analisa tecidos e células para identificar doenças, incluindo alterações benignas, inflamatórias e câncer; resultado pode orientar a escolha do tratamento

As mais lidas do mês

Política

Lula ou Flávio Bolsonaro? Veja onde consultar propostas, histórico e informações antes de votar

Programas de governo em PDF, registros do Senado, despesas federais e plataformas de checagem permitem comparar os candidatos à Presidência com informações oficiais e documentos públicos