Economia • 13:38h • 05 de janeiro de 2025
Receita Federal monitora transações financeiras de cartão de crédito e Pix a partir de 2025
Operações financeiras acima de R$ 5 mil devem ser informadas semestralmente, visando maior transparência e combate à evasão fiscal
Da Redação | Com informações da Agência Brasil | Foto: Arquivo/Âncora1
A partir de 2025, a Receita Federal passará a monitorar as operações financeiras realizadas por meio de cartões de crédito e Pix, com o objetivo de ampliar o controle sobre movimentações financeiras e promover maior transparência no sistema financeiro. De acordo com a Instrução Normativa 2.219, publicada em 2024, as operadoras de cartões e instituições de pagamento deverão enviar informações sobre transações superiores a R$ 5 mil realizadas por pessoas físicas, e R$ 15 mil por pessoas jurídicas.
Essa medida entrou em vigor desde o dia 1º de janeiro e se baseia no sistema e-Financeira, que já era utilizado para monitorar dados de bancos, cooperativas de crédito e outras instituições financeiras. A nova regulamentação inclui, agora, operadoras de cartões de crédito e plataformas de pagamentos, como bancos virtuais e grandes varejistas, que também estarão obrigadas a prestar informações à Receita Federal.
A Receita Federal afirmou que as mudanças têm como objetivo fortalecer o combate à evasão fiscal e garantir a transparência das operações financeiras no Brasil. As informações devem ser enviadas semestralmente: até o final de agosto, para os dados relativos ao primeiro semestre, e até o final de fevereiro, para os do segundo semestre do ano anterior.
Aviso legal
Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, integral ou parcial, do conteúdo textual e das imagens deste site. Para mais informações sobre licenciamento de conteúdo, entre em contato conosco.
Últimas Notícias
As mais lidas do mês
Política
Lula ou Flávio Bolsonaro? Veja onde consultar propostas, histórico e informações antes de votar
Programas de governo em PDF, registros do Senado, despesas federais e plataformas de checagem permitem comparar os candidatos à Presidência com informações oficiais e documentos públicos