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Responsabilidade Social • 16:49h • 29 de abril de 2026

Resgatou um animal na rua? Os primeiros minutos podem definir o desfecho

Especialista alerta para riscos invisíveis e explica como agir sem colocar em perigo quem ajuda e o próprio animal

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Textual Comunicação | Foto: Divulgação

Você quer ajudar, mas pode piorar: os erros mais comuns ao resgatar um animal
Você quer ajudar, mas pode piorar: os erros mais comuns ao resgatar um animal

Encontrar um animal abandonado e decidir ajudar é uma atitude comum, mas que exige atenção imediata. No Brasil, cerca de 4,8 milhões de cães e gatos vivem em situação de vulnerabilidade, segundo o Instituto Pet Brasil, e apenas pouco mais de 201 mil estão sob cuidados de ONGs. Esse cenário faz com que o resgate muitas vezes recaia sobre pessoas comuns, que nem sempre sabem como agir com segurança nos primeiros momentos.

De acordo com a médica veterinária Victória Bório, professora do IBMR, o primeiro passo não é tocar, mas observar. O animal pode estar doente, ferido ou sob estresse, o que aumenta o risco de reações agressivas ou transmissão de doenças.

Primeiro contato exige cautela e leitura do comportamento

Antes de qualquer aproximação, é fundamental avaliar sinais visíveis, como feridas, dificuldade de locomoção e estado nutricional. O comportamento também é um indicativo importante. Animais assustados, acuados ou agressivos podem atacar como forma de defesa.

Segundo a especialista, nesses casos o mais seguro é não insistir no contato direto e acionar órgãos públicos ou equipes preparadas para o resgate. A orientação é ainda mais rigorosa quando se trata de animais silvestres, que exigem encaminhamento específico.

Outro ponto de atenção é o risco de zoonoses, doenças que podem ser transmitidas aos humanos. Por isso, o contato sem proteção, especialmente em áreas com lesões, deve ser evitado.

Resgate sem avaliação pode colocar outros animais em risco

Após retirar o animal da rua, um erro comum é levá-lo diretamente para dentro de casa e colocá-lo em contato com outros pets. A recomendação é manter isolamento até que haja avaliação veterinária.

O motivo é simples, sem diagnóstico, há risco de transmissão de doenças infecciosas. O uso de luvas ao manipular o animal, principalmente em caso de ferimentos, também é indicado para reduzir o risco de contaminação.

A avaliação clínica inicial costuma incluir exames como hemograma, testes rápidos para doenças como cinomose, parvovirose e leishmaniose, além de análises complementares conforme o estado do animal.

Quando agir rápido pode salvar vidas

Alguns sinais indicam urgência e exigem atendimento imediato. Entre eles estão dificuldade para andar, presença de feridas abertas, apatia intensa e sinais de desnutrição.

Nesses casos, o tempo de resposta pode ser determinante para a recuperação. Mesmo quando o resgate é feito com boa intenção, a falta de orientação pode agravar o quadro.

A orientação dos especialistas é clara: ajudar continua sendo essencial, mas com responsabilidade. Informação, cautela e apoio profissional aumentam as chances de um resgate seguro e de um final positivo para o animal.

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