Saúde • 13:02h • 19 de maio de 2026
Saúde SP faz alerta e convoca população para vacinação contra a gripe
Com a oscilação de temperatura, especialistas recomendam imunização para evitar casos graves relacionados às doenças respiratórias
Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência SP | Foto: Arquivo Âncora1
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo reforçou o alerta para que a população dos 645 municípios paulistas se vacine contra a gripe e outras doenças respiratórias agudas. A campanha de imunização começou em 28 de março e segue até 30 de maio, com foco nos grupos prioritários, considerados mais vulneráveis às formas graves da doença.
A vacinação contra a influenza é considerada a principal forma de prevenção e deve ser realizada antes da intensificação do frio, período em que aumenta a circulação de vírus respiratórios e cresce o número de casos de síndrome gripal.
A orientação é que a população não deixe a imunização para a última hora, especialmente crianças, idosos, gestantes, puérperas, pessoas com doenças crônicas, imunossuprimidos e demais públicos elegíveis.
Com a chegada do outono e a aproximação do inverno, a Secretaria destaca que a proteção se torna ainda mais importante, já que a vacina ajuda a reduzir o risco de complicações, internações e mortes, além de evitar a sobrecarga nos serviços de saúde.
Até segunda-feira (11), o estado de São Paulo registrou 13.954 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), dos quais 823 evoluíram para óbito.
Segundo a pasta, desde o início da campanha já foram aplicadas 3.371.946 doses da vacina contra a influenza em todo o estado. A cobertura vacinal, porém, está em 29,74%, abaixo da meta de 90% estabelecida para os grupos prioritários.
A recomendação é que as pessoas aptas a receber a vacina procurem uma unidade de saúde o quanto antes.
Entre os grupos prioritários estão crianças de 6 meses a menores de 6 anos, profissionais da saúde, gestantes, puérperas, professores, povos indígenas, quilombolas, idosos com 60 anos ou mais, pessoas em situação de rua, profissionais das forças de segurança e salvamento, integrantes das Forças Armadas, pessoas com doenças crônicas, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, dos Correios e portuários, além da população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.
Os dados sobre casos de síndrome respiratória aguda grave por município e tipo de vírus podem ser consultados no sistema oficial da Secretaria da Saúde de São Paulo.
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