Mundo • 09:02h • 21 de maio de 2026
Segurança pública: apenas 32% se sentem seguros na cidade onde vivem
Pesquisa aponta ainda que 82% apoiam câmeras corporais em policiais
Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência Brasil | Foto: Arquivo Âncora1
Uma pesquisa do Instituto Sou da Paz mostra que a maioria dos brasileiros defende políticas de segurança pública baseadas em prevenção, eficiência, uso de tecnologia e respeito às leis. O levantamento também aponta que grande parte da população não se sente segura na cidade onde vive, principalmente as mulheres.
O estudo revela que a frase “bandido bom é bandido morto” não tem apoio da maioria da população: apenas 20% concordam com a afirmação. Em contrapartida, 73% defendem que criminosos sejam julgados e presos pelos crimes cometidos.
Segundo a diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo, a população está cansada de soluções radicais e busca medidas mais eficazes para enfrentar a violência no país.
A pesquisa foi realizada pela Oma Pesquisa entre novembro e dezembro de 2025, com 1.115 entrevistas presenciais em diferentes regiões do Brasil.
De acordo com os dados, 55% dos entrevistados acreditam que o mais importante é aplicar as leis já existentes a todos os criminosos. Já 39% defendem o aumento das penas.
O levantamento também mostra preocupação com a circulação de armas de fogo. Para 77% dos entrevistados, armas compradas legalmente também podem ser usadas em crimes após roubos ou desvios. Além disso, 73% acreditam que mais armas em circulação aumentam a violência.
Sobre a atuação policial, 82% apoiam o uso de câmeras corporais por policiais, enquanto 65% afirmam que o país precisa de uma polícia mais preparada e qualificada.
A sensação de insegurança aparece com força na pesquisa. Apenas 32% das pessoas disseram se sentir seguras na cidade onde moram. Entre as mulheres, esse índice cai para 26%. O estudo também aponta que 83% dos entrevistados percebem a violência contra a mulher como um problema presente em suas cidades.
Diante desse cenário, o Instituto Sou da Paz defende cinco prioridades para melhorar a segurança pública no Brasil: proteção de meninas e mulheres, fortalecimento das polícias, combate ao crime organizado, redução de roubos e retirada de armas ilegais de circulação.
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