• Comércio de Assis terá horário estendido para o Dia das Mães; confira o calendário de maio
  • Vai comprar no Dia das Mães? Golpes online aumentam e exigem atenção
  • Tempo abre ao longo da semana e calor ganha força em Assis; confira a previsão
  • Encontro de carros antigos reúne público e se consolida como um dos principais eventos de Assis
Novidades e destaques Novidades e destaques

Saúde • 15:59h • 20 de fevereiro de 2025

Síndrome de Asperger: entenda por que o termo não é mais usado

Diagnóstico é enquadrado como transtorno do espectro autista (TEA)

Da Redação com informações de Agência Brasil | Foto: Ilustração/Simbolo Autismo

Características que antes integravam a síndrome, portanto, permanecem como padrões a serem observados ao diagnosticar uma pessoa com TEA.
Características que antes integravam a síndrome, portanto, permanecem como padrões a serem observados ao diagnosticar uma pessoa com TEA.

Autismo leve ou autismo de alta funcionalidade são algumas expressões populares associadas à síndrome de Asperger. O que poucos sabem é que essa nomenclatura deixou de ser utilizada desde 2013, quando a maioria das pessoas com o diagnóstico foi enquadrada no transtorno do espectro autista (TEA) como autista nível 1 de suporte.

Em entrevista à Agência Brasil, o psicólogo Leandro Cunha explicou que a síndrome de Asperger era uma condição caracterizada por dificuldades na interação social, além de padrões de comportamento repetitivos e interesses restritos, conhecidos como hiperfocos. Distinguia-se do autismo clássico por não apresentar atraso cognitivo global e porque a comunicação verbal se fazia presente.

“Por isso, muitas vezes, Asperger era associada a termos como autismo leve ou autismo de alta funcionalidade”, destacou.

“Comportamentos antes atribuídos à síndrome ainda são observados no diagnóstico de TEA. O que mudou foi a ausência de uma separação formal, considerando que o espectro varia em intensidade e frequência de características. Isso permite uma abordagem mais flexível e individualizada”, explica.

Entenda

A síndrome de Asperger foi descrita inicialmente pelo pediatra austríaco Hans Asperger, em 1944, após observar pacientes com dificuldades de interação social. Anos depois, a condição passaria a figurar como uma categoria diagnóstica distinta. Desde 2013, entretanto, a síndrome deixou de existir isoladamente e passou a integrar o escopo do TEA.

Foi por meio da quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria, que surgiu o termo transtorno do espectro autista. A publicação passou a enquadrar tanto o chamado autismo clássico como a síndrome de Asperger como uma única condição, mas com um grande espectro de características e sintomas.

Algo semelhante aconteceu com a Classificação Internacional de Doenças (CID), que contém cerca de 55 mil códigos para lesões e doenças. A CID-10, que vigorou de 1993 a 2021, classificava o autismo dentro dos transtornos globais do desenvolvimento e codificava separadamente a síndrome de Asperger. Já na CID-11, em vigor desde janeiro de 2022, Asperger deixa de existir isoladamente e passa a fazer parte do TEA.

Características que antes integravam a síndrome, portanto, permanecem como padrões a serem observados ao diagnosticar uma pessoa com TEA.

“A mudança é positiva porque reconhece o autismo como um espectro, evitando divisões rígidas que dificultavam o diagnóstico e o acesso ao suporte adequado. Além disso, promove uma visão mais inclusiva da condição”, avalia a psicóloga e psicanalista Sílvia Oliveira.

“A nova classificação reconhece o TEA como um espectro contínuo, no qual os sintomas variam em intensidade e impacto na vida do indivíduo, sem barreiras artificiais entre os diagnósticos”, completou a especialista.

Últimas Notícias

Descrição da imagem

Educação • 09:09h • 04 de maio de 2026

Etec de Assis abre inscrições para vestibulinho com cursos técnicos e nova opção em biotecnologia

Vagas são para o segundo semestre de 2026, com oportunidades em Assis e Tarumã; inscrições devem ser feitas pela internet

Descrição da imagem

Saúde • 08:54h • 04 de maio de 2026

Você perceberia os sinais? Tumores cerebrais infantis podem começar de forma silenciosa

Campanha Maio Cinza reforça importância de reconhecer sintomas persistentes, que podem ser confundidos com situações comuns da infância

Descrição da imagem

Cidades • 08:29h • 04 de maio de 2026

Comércio de Assis terá horário estendido para o Dia das Mães; confira o calendário de maio

Programação sugerida pela ACIA amplia atendimento na véspera da data e mantém regras para sábados, domingos e feriado

Descrição da imagem

Economia • 08:10h • 04 de maio de 2026

Vai comprar no Dia das Mães? Golpes online aumentam e exigem atenção

Levantamento aponta 6,8 mil tentativas de fraude por dia no período, com risco 8,3% maior que a média anual

Descrição da imagem

Variedades • 07:03h • 04 de maio de 2026

Tempo abre ao longo da semana e calor ganha força em Assis; confira a previsão

Previsão indica variação de nebulosidade até quinta-feira, com máximas que chegam a 34º e umidade oscilando entre 30% e 80%

Descrição da imagem

Responsabilidade Social • 19:28h • 03 de maio de 2026

Diagnóstico de autismo chega após a maternidade e revela sobrecarga invisível vivida por mulheres

Casos de identificação tardia crescem e mostram desafios sensoriais e emocionais no dia a dia

Descrição da imagem

Policial • 18:36h • 03 de maio de 2026

Golpistas criam “delegacias falsas” para enganar brasileiros em esquema global

Especialista alerta para esquemas que misturam fraudes digitais, tráfico humano e uso de criptomoedas

Descrição da imagem

Cultura e Entretenimento • 17:39h • 03 de maio de 2026

Encontro de carros antigos reúne público e se consolida como um dos principais eventos de Assis

Parque das Águas recebeu famílias, expositores e atrações durante o fim de semana, com clima favorável e grande participação

As mais lidas

Ciência e Tecnologia

Paralisação completa do 3I/Atlas intriga cientistas e realinhamento aponta para novo comportamento

Registros confirmados por observatórios independentes em três continentes mostram desaceleração em microetapas, parada total e ajuste direcional incomum, ampliando questionamentos sobre a natureza do visitante interestelar