Saúde • 14:53h • 13 de janeiro de 2026
Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul reforça alerta após suspensão de lotes de fórmulas infantis
Orientação é interromper o uso dos produtos listados pela Anvisa e buscar orientação médica e os canais oficiais da fabricante
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Playpress Assessoria | Foto: Divulgação
A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) emitiu um alerta a pais e responsáveis após a suspensão de lotes específicos de fórmulas infantis determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O comunicado, divulgado na quarta-feira, 7 de janeiro, tem validade no Brasil e em outros países e envolve produtos fabricados pela Nestlé Brasil das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino.
A medida prevê a proibição da comercialização, distribuição e uso de lotes determinados dessas fórmulas infantis como ação preventiva, diante do risco de contaminação por cereulide, toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. A ingestão dessa substância pode provocar sintomas como vômitos persistentes, diarreia e letargia, caracterizada por sonolência excessiva e lentidão de respostas, especialmente em lactentes.
De acordo com a Nestlé Brasil, o recolhimento é voluntário e preventivo e foi motivado pela identificação de uma possível inconformidade em um ingrediente fornecido por um parceiro global. A empresa informou que, até o momento, não há relatos confirmados de reações adversas associadas aos produtos incluídos no recall em nenhuma parte do mundo.

A SPRS orienta que famílias que possuam produtos pertencentes aos lotes listados suspendam imediatamente o uso e entrem em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da empresa. O atendimento pode ser feito pelo e-mail: falecom@nestle.com.br ou pelo telefone: 0800 761 2500, disponíveis 24 horas por dia, todos os dias da semana, para esclarecimentos, devolução e reembolso integral.
Entre os produtos afetados estão fórmulas destinadas a diferentes faixas etárias, desde recém-nascidos até crianças de até 3 anos, com variação de apresentações e datas de validade. A recomendação é que os responsáveis confiram atentamente o número do lote indicado na embalagem e comparem com as listas oficiais divulgadas pela Anvisa e pela fabricante.
A entidade também destaca o papel dos pediatras nesse momento. A orientação é que os profissionais esclareçam dúvidas das famílias, acompanhem possíveis sintomas gastrointestinais em bebês e crianças pequenas e indiquem alternativas seguras de alimentação infantil, de acordo com cada situação clínica.
A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul reforça que ações preventivas como essa são fundamentais para a segurança alimentar infantil e que a atenção às orientações oficiais é essencial para reduzir riscos à saúde dos lactentes.
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