Saúde • 10:00h • 24 de julho de 2026
SP recomenda vacinação após registro de 13 casos de sarampo neste ano
A orientação é atualizar a caderneta vacinal e manter a dose zero para bebês em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo
Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência SP | Foto: Arquivo Âncora1
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo reforçou a importância da vacinação contra o sarampo após a confirmação de 13 casos da doença no estado em 2026. Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), a imunização é a principal forma de prevenir a infecção, interromper a circulação do vírus e proteger a população.
Os casos registrados neste ano envolvem bebês de até 1 ano e adultos entre 20 e 50 anos, mostrando que a doença pode atingir diferentes faixas etárias. Diante do cenário epidemiológico, a Secretaria recomenda que crianças, adolescentes e adultos mantenham a vacinação em dia.
Desde junho, passou a ser indicada a aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral para bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A medida busca ampliar a proteção das crianças mais vulneráveis.
A Secretaria destaca que essa dose adicional não substitui as previstas no Calendário Nacional de Vacinação. Após recebê-la, a criança deve seguir normalmente o esquema vacinal, com a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e a segunda, preferencialmente com a vacina tetraviral, aos 15 meses.
Esquema vacinal varia conforme a idade
Além dos bebês contemplados pela dose zero, crianças, adolescentes e adultos que não completaram o esquema de vacinação devem procurar uma unidade de saúde para verificar a situação da caderneta e receber as doses necessárias.
Na rotina de vacinação, a primeira dose da tríplice viral é aplicada aos 12 meses de idade e a segunda aos 15 meses, preferencialmente com a vacina tetraviral.
Pessoas de 5 a 29 anos devem comprovar duas doses da vacina tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Já adultos de 30 a 59 anos precisam ter recebido pelo menos uma dose.
Os trabalhadores da saúde, independentemente da idade, devem comprovar duas doses da vacina tríplice viral por estarem mais expostos ao risco de transmissão da doença.
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