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Mundo • 08:03h • 21 de junho de 2025

Trabalhadoras domésticas: uma realidade invisível

Documento elaborado pelo (MDS), em parceria com a (OIT) e federações da categoria, destaca a importância de políticas públicas de cuidado, acesso a serviços e formalização para romper ciclos de pobreza e exclusão

Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência Gov | Foto: André Oliveira / MDS

Três em cada quatro trabalhadoras domésticas não têm vínculo formal. Esta realidade é ainda mais crítica entre as mulheres negras e nas regiões Norte e Nordeste do país, nas quais menos de 15% delas têm carteira assinada.
Três em cada quatro trabalhadoras domésticas não têm vínculo formal. Esta realidade é ainda mais crítica entre as mulheres negras e nas regiões Norte e Nordeste do país, nas quais menos de 15% delas têm carteira assinada.

No Brasil, quase 6 milhões de trabalhadoras domésticas — na maioria mulheres negras — estão na informalidade, ganhando pouquinho e sem garantir seus direitos. Apenas 25% têm carteira assinada, enquanto 64,5% recebem menos que um salário mínimo.

Essas trabalhadoras, que representam 25% da mão de obra de cuidados, vêm sendo historicamente desvalorizadas, enquanto permitem que outras famílias se organizem. A situação é ainda mais difícil para as negras, nas regiões Norte e Nordeste, para as que são chefes de família ou mães solo, que enfrentam jornada exaustiva, falta de apoio e dificuldades financeiras.

Um estudo inédito, realizado pelo MDS, FITH, OIT e Fenatrad, revela suas dificuldades, enquanto a nova Política Nacional de Cuidados busca dar assistência, treinamento, formalização e ampliar direitos trabalhistas.

Avanços vêm sendo conquistados — como a Emenda Constitucional 72, a Lei Complementar 150 e a ratificação da Convenção 189 da OIT —, mas ainda é preciso vencer a informalidade, a falta de valorização, a jornada excessiva e o descumprimento de direitos.

Com essa nova política, o Brasil quer dar às trabalhadoras domésticas o reconhecimento que merecem, transformando suas condições de trabalho, aumentando a formalização, a capacitação e a assistência, para que também tenham uma vida mais justa e digna.

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