Ciência e Tecnologia • 19:06h • 30 de janeiro de 2026
Ultrassecreto do espaço: 3I/ATLAS exibe padrões matemáticos perfeitos e aprofunda silêncio das agências
Registros independentes feitos em janeiro de 2026 identificam jatos perfeitamente espaçados em 120 graus, emissão anômala de níquel e manobras que desafiam modelos clássicos de cometas
Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Foto: Toni Scarmato/Nasa/Esa
O objeto interestelar 3I/ATLAS voltou ao centro do debate científico após novas observações independentes realizadas em janeiro de 2026 revelarem comportamentos que não se encaixam nos modelos tradicionais de cometas conhecidos. As análises, baseadas em imagens de alta exposição captadas durante um raro alinhamento entre o objeto, o Sol e a Terra no dia 22 de janeiro, indicam padrões geométricos, químicos e dinâmicos considerados altamente incomuns.
As imagens mostram a presença de três jatos distintos partindo do núcleo do 3I/ATLAS, separados por ângulos de exatamente 120 graus. Não se trata de aproximação visual. A margem de erro calculada é inferior a 0,001 grau, um nível de precisão que, segundo os pesquisadores independentes envolvidos, não é esperado em processos naturais caóticos. A geometria observada sugere uma organização interna consistente, repetitiva e matematicamente estável.
Outro ponto que chama atenção é o comportamento da chamada “cauda invertida”. Diferentemente do padrão observado em cometas comuns, cuja cauda sempre se afasta do Sol devido à pressão do vento solar, o 3I/ATLAS apresenta um jato estreito e altamente colimado apontando diretamente para a estrela. Mais intrigante ainda, após a passagem pelo periélio, quando o Sol passa a estar do lado oposto do objeto, o jato deixa de ser observado de um lado e surge do outro, mantendo-se sempre orientado na direção solar, como se houvesse um reajuste ativo de orientação.
Foto: Toni Scarmato/Nasa/Esa
As análises também apontam para uma composição química fora do padrão. Observações espectroscópicas indicam a emissão crescente de níquel praticamente desacompanhado de ferro, uma condição considerada extremamente rara em corpos naturais. Na natureza, esses elementos costumam aparecer associados. A separação significativa entre níquel e ferro é típica de processos industriais, não de formações espontâneas no espaço. Desde outubro de 2025, os níveis de emissão de níquel teriam aumentado em até dez vezes, sem explicação consensual.
Do ponto de vista dinâmico, o 3I/ATLAS também apresenta anomalias. A trajetória de entrada no Sistema Solar ocorre de forma retrógrada, alinhada de maneira incomum com os planos orbitais dos planetas, com inclinação próxima de 5 graus. Além disso, o objeto teria sofrido uma aceleração não gravitacional durante a passagem pelo Sol, resultando em um desvio de trajetória de cerca de 16 graus, exatamente o dobro do ângulo dos jatos observados, oito graus cada. A repetição dessa relação matemática reforça a percepção de um padrão, não de aleatoriedade.
As projeções indicam que, em março de 2026, o 3I/ATLAS passará por uma região extremamente específica próxima a Júpiter, conhecida como raio de Hill do planeta, onde a gravidade jupiteriana passa a dominar sobre a do Sol. Há hipóteses de que fragmentos liberados pelo objeto possam ser capturados temporariamente pela gravidade do gigante gasoso, um evento considerado raríssimo para corpos interestelares.
Diante desse conjunto de anomalias, o astrofísico Avi Loeb tem defendido publicamente a possibilidade de o 3I/ATLAS representar uma tecnossinatura, ou seja, um indício de tecnologia de origem não natural. A hipótese não afirma uma conclusão definitiva, mas sustenta que os dados disponíveis são suficientes para justificar questionamentos além dos modelos tradicionais.
Apesar da relevância das observações, pesquisadores destacam o contraste entre a riqueza de dados produzidos por astrônomos independentes e o silêncio de grandes agências espaciais. Não houve, até o momento, explicações detalhadas por parte de instituições oficiais sobre as geometrias, a composição química incomum ou as manobras não gravitacionais associadas ao objeto.
Todas as análises divulgadas até agora são baseadas em observações independentes e hipóteses em construção. Ainda assim, a soma dos padrões geométricos, das assinaturas químicas, das manobras orbitais e do comportamento direcional dos jatos mantém o 3I/ATLAS como um dos objetos mais intrigantes já observados atravessando o Sistema Solar, reabrindo discussões profundas sobre a natureza dos visitantes interestelares e os limites do conhecimento atual.
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