Saúde • 09:24h • 01 de maio de 2026
Vacina é principal proteção antes de viajar para países com surto de sarampo
Brasil mantém status livre da circulação endêmica, realidade diferente dos Estados Unidos, do México e do Canadá, países que sediarão jogos a partir de junho de 2026
Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações do Ministério da Saúde | Foto: Arquivo Âncora1
Com a proximidade da Copa do Mundo de 2026, o Ministério da Saúde reforçou a importância da vacinação contra o sarampo para brasileiros que pretendem viajar aos Estados Unidos, México e Canadá, países que enfrentam surtos da doença. A principal orientação é verificar e atualizar a caderneta vacinal antes do embarque, garantindo proteção individual e reduzindo o risco de reintrodução do vírus no Brasil.
A recomendação ganha ainda mais relevância diante do aumento da circulação internacional de pessoas e da alta transmissibilidade do sarampo, que pode se espalhar rapidamente em ambientes com grande concentração de público. A vacina é considerada a forma mais eficaz de prevenção e deve ser tomada dentro dos prazos adequados para assegurar a imunização antes da viagem.
Os três países-sede do Mundial registram transmissão ativa da doença. O Canadá ultrapassou 5 mil casos em 2025 e segue com registros em 2026. O México teve crescimento expressivo, com milhares de casos recentes, enquanto os Estados Unidos também apresentam números elevados. Esse cenário reforça o alerta para que viajantes estejam com o esquema vacinal completo, conforme o Calendário Nacional de Vacinação.
Crianças, adolescentes e adultos devem checar a situação vacinal e, se necessário, iniciar ou completar as doses com antecedência. Mesmo quem não conseguiu se vacinar no prazo ideal deve receber ao menos uma dose antes de viajar, como forma de proteção.
No Brasil, casos recentes reforçam a importância da imunização. Em 2026, foram confirmados dois registros, ambos em pessoas não vacinadas. Em situações como essas, as autoridades de saúde adotam medidas imediatas, como vacinação de bloqueio e monitoramento de contatos, para evitar a disseminação.
Apesar desses episódios, o país segue livre da circulação endêmica do sarampo, resultado de estratégias baseadas em alta cobertura vacinal, vigilância ativa e resposta rápida a casos suspeitos.
O Ministério da Saúde destaca que manter a vacinação em dia é fundamental para preservar esse status. Além disso, orienta que viajantes fiquem atentos a sintomas como febre e manchas vermelhas na pele durante ou após a viagem e procurem atendimento médico, informando o histórico de deslocamento.
A vacina contra o sarampo é gratuita e está disponível nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país.
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