Economia • 10:03h • 10 de março de 2026
Veja as cidades campeãs de emprego com carteira assinada no estado de SP
SP foi responsável por criar em 12 meses 24% do total de vagas no país (1.228.483).
Jornalista: Carolina Javera MTb 37.921 com informações de Agência SP | Foto: Arquivo Âncora1
O estado de São Paulo criou 286.743 vagas de emprego com carteira assinada entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026, segundo dados da Fundação Seade com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado representa alta de 2% em relação ao mesmo período anterior e corresponde a cerca de 24% de todos os empregos formais gerados no país no período, que somaram 1.228.483 vagas.
Somente em janeiro de 2026, o estado registrou saldo positivo de 16.451 novos postos de trabalho.
Entre os municípios paulistas, a capital lidera a geração de empregos no acumulado de 12 meses, com 97.391 vagas. Na sequência aparecem Osasco (24.587), Guarulhos (13.129), Barueri (10.850), Santos (6.662), São José dos Campos (6.219) e Sorocaba (4.739), entre outras cidades com destaque na criação de postos formais.
Considerando apenas o mês de janeiro, a cidade de São Paulo também liderou o ranking, com 3.597 vagas criadas. Em seguida aparecem Franca (2.977), Guarulhos (1.524), Sorocaba (814) e Sertãozinho (806).
Os setores que mais contribuíram para a geração de empregos no estado em janeiro foram a indústria, com 21.528 vagas, a construção civil, com 15.934, e o setor de serviços, com 3.001 postos de trabalho.
Além da geração de empregos, São Paulo também registrou o maior salário médio de admissão desde 2020. Em janeiro de 2026, o valor médio pago aos trabalhadores recém-contratados foi de R$ 2.702,76, crescimento de 2,75% em relação a dezembro de 2025 e de 1,93% na comparação com janeiro do ano anterior.
O valor também foi o maior do país no período, superando o Distrito Federal (R$ 2.575,45), Mato Grosso (R$ 2.421,85) e Rio de Janeiro (R$ 2.409,30). No Brasil, o salário médio de admissão ficou em R$ 2.389,50.
Os dados consideram apenas trabalhadores com carteira assinada, com base nas informações enviadas pelas empresas ao governo federal por meio do Novo Caged, sistema que reúne registros do eSocial, do Caged e do Empregador Web para monitorar mensalmente o emprego formal no país.
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