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Saúde • 19:31h • 30 de dezembro de 2025

Verão cria ambiente ideal para fungos e faz disparar casos de micose

Estudo aponta que mais de 42% das infecções fúngicas surgem nos meses mais quentes do ano

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Agência Contatto | Foto: Arquivo/Âncora1

Calor, suor e umidade explicam aumento de micoses na estação mais quente
Calor, suor e umidade explicam aumento de micoses na estação mais quente

O verão cria o cenário perfeito para a proliferação de fungos na pele. Calor intenso, alta umidade e aumento da transpiração favorecem o surgimento das micoses, infecções comuns que atingem pés, unhas, virilha e dobras do corpo. Um estudo publicado em 2024 no Jornal de Ciência Médica da Coreia do Sul, que analisou mais de 38 mil casos ao longo de dez anos, revelou que 42,7% dos episódios ocorreram justamente durante os meses mais quentes.

A combinação entre temperaturas elevadas e hábitos típicos da estação, como o uso frequente de piscinas, praias, academias e vestiários compartilhados, ajuda a explicar o crescimento expressivo dos casos. Ambientes úmidos e quentes funcionam como terreno fértil para a multiplicação dos fungos, especialmente quando a pele permanece molhada por longos períodos.

Segundo a dermatologista Silvana Coghi, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o problema está diretamente ligado à rotina do verão. O excesso de suor mantém a pele úmida, enquanto o contato com superfícies compartilhadas aumenta o risco de contaminação. Piscinas, duchas coletivas e o uso de toalhas ou chinelos de outras pessoas estão entre os principais fatores associados à transmissão.

Apesar de comuns, as micoses não devem ser ignoradas. Quando não tratadas corretamente, podem se prolongar, causar desconforto persistente e facilitar a disseminação para outras áreas do corpo ou para outras pessoas. Coceira, descamação, manchas avermelhadas e alterações nas unhas estão entre os sinais mais frequentes.

Tratamento depende do tipo e da gravidade

O tratamento varia conforme a região afetada e a intensidade da infecção. Na maioria dos casos, envolve o uso de antifúngicos tópicos, como cremes, loções ou sprays, sempre com orientação médica. Em quadros mais extensos ou resistentes, pode ser necessária a prescrição de antifúngicos orais, também sob acompanhamento profissional.

Manter a pele limpa e bem seca é parte fundamental do tratamento. Trocar roupas molhadas rapidamente, optar por tecidos leves e respiráveis e evitar o compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas, calçados e alicates de unha, ajuda a interromper o ciclo de contaminação. A especialista alerta que receitas caseiras ou soluções naturais não substituem o tratamento adequado e podem atrasar a cura.

Prevenção ainda é a melhor estratégia

No verão, pequenas atitudes fazem grande diferença. Secar bem o corpo após o banho, usar chinelos em áreas comuns, evitar permanecer com roupas úmidas e observar qualquer alteração na pele são cuidados simples que reduzem significativamente o risco de infecção.

Ao perceber os primeiros sinais, a recomendação é procurar um dermatologista. O diagnóstico precoce evita complicações e permite aproveitar a estação mais quente do ano com mais conforto e segurança para a saúde da pele.

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