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Saúde • 11:09h • 29 de dezembro de 2025

Verão na praia exige atenção redobrada à alimentação para evitar intoxicações

Calor, férias e mudanças na rotina aumentam o risco de viroses gastrointestinais, especialistas orientam escolhas mais seguras

Jornalista: Luis Potenza MTb 37.357 | Com informações da Agência Contatto | Foto: Arquivo/Âncora1

O que comer e o que evitar na praia para fugir das viroses de verão
O que comer e o que evitar na praia para fugir das viroses de verão

O verão brasileiro combina altas temperaturas, férias escolares e viagens ao litoral, mas também cria um cenário favorável para viroses gastrointestinais e intoxicações alimentares. Dados do Ministério da Saúde mostram que apenas nos primeiros meses de 2025 cerca de 64 mil atendimentos por intoxicação alimentar foram registrados no país, número acima do observado no mesmo período do ano anterior. O aumento acende um alerta para quem pretende passar longos dias na praia, muitas vezes consumindo alimentos fora de casa e sem refrigeração adequada.

Em cidades litorâneas, especialmente durante o fim de ano e as férias de janeiro, unidades de saúde relatam crescimento nos atendimentos por diarreia, náuseas e vômitos. Os sintomas costumam estar associados tanto a viroses quanto ao consumo de alimentos contaminados, favorecido pelo calor intenso, pela manipulação inadequada e pelo tempo prolongado de exposição dos alimentos fora da refrigeração.

Alimentos que merecem mais cuidado na praia

Segundo o nutrólogo Daniel Magnoni, da Rede de Hospitais São Camilo, alguns alimentos apresentam risco elevado quando consumidos em ambientes quentes como a praia.

Ele explica que preparações com molhos e cremes devem ser evitadas. Maionese, molhos brancos, molhos à base de mel, doces com recheio cremoso, frutos do mar e petiscos mergulhados em molhos, como rosé ou agridoce, entram na lista de maior risco. Esses itens se contaminam com facilidade, inclusive durante o transporte, e o perigo aumenta quando permanecem expostos ao sol por muito tempo.

Pastas cremosas, como requeijão, ricota e creme de leite, também se deterioram rapidamente fora da refrigeração. Para quem não abre mão de levar comida de casa, o nutrólogo orienta o uso de sacolas térmicas com gelo reutilizável, uma medida simples que ajuda a manter a temperatura adequada e reduz o risco de contaminação.

Opções mais seguras para levar à beira-mar

Para os dias de calor intenso, a recomendação é priorizar alimentos simples, frescos e mais resistentes às altas temperaturas. Legumes crus, como cenoura, pepino, rabanete e tomatinhos-cereja, são boas opções e podem ser levados já lavados e, se desejado, levemente temperados.

Queijos em pequenas porções, como muçarela tradicional ou de búfala, podem ser consumidos desde que bem acondicionados. Biscoitos integrais, doces ou salgados, também costumam ser alternativas práticas. Para a hidratação, água, água de coco, sucos em embalagens individuais e chá-mate ajudam a repor líquidos perdidos com o calor e a exposição ao sol.

Quando o público é infantil, a atenção deve ser ainda maior. Sanduíches naturais de fácil digestão costumam funcionar bem, desde que preparados sem molhos ou cremes. Sugestões incluem sanduíches de abobrinha ou berinjela com queijo fatiado, em pão integral, cortados em pedaços pequenos, além de legumes crus, que costumam agradar as crianças.

Pequenas escolhas, grande impacto na saúde

Durante o verão, mudanças simples no cardápio fazem diferença significativa para a saúde. Evitar alimentos de maior risco, escolher opções mais seguras e garantir o armazenamento correto são atitudes que ajudam a reduzir casos de viroses e intoxicações alimentares, permitindo que as férias na praia sejam aproveitadas com mais tranquilidade.

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